Iron Fist T.1

A narrativa acompanha as aventuras de Danny Rand, o único sobrevivente de um acidente de avião nos Himalaias. Completamente ausente da sociedade há 15 anos, Danny regressa a uma cidade de Nova Iorque diferente e rapidamente compreende que terá um árduo caminho pela frente, no sentido de comprovar a sua identidade aos Meachums, que controlam a empresa da qual é o legítimo herdeiro.

Os episódios iniciais mostram-nos o que realmente aconteceu, confirmando que o nosso herói foi resgatado pelos monges de K’un-Lun, que o treinaram para enfrentar The Hand, uma perigosa organização criminosa, que nos foi apresentada na segunda temporada de Daredevil.

De acordo com as tradições locais, Danny acaba por alcançar o poder de Iron Fist, que lhe permite concentrar o chi e cumprir a sua função de “inimigo mortal” da Hand, que é aparentemente liderada por Madam Gao.

Esta primeira temporada concilia duas sub-narrativas, em que acompanhamos a luta legal pelo reconhecimento de Danny como herdeiro e o desenvolvimento de várias personagens, das quais destaco os Meachum (Harold, Joy e Ward). Existem momentos deliciosos, em que assistimos ao choque entre o mundo corporativo e a ideologia de Rand, que prima por ajudar o próximo e ignorar o lucro.

Todos este pormenores servem para moldar o carácter do nosso herói, que irá igualmente ser influenciado por Gao, Bakuto, Colleen Wing e Harold Meachum. Gostei igualmente da  continuidade em termos de universo Marvel, com a presença de Claire Temple e Jeri Hogarth, que farão a devida ligação a outras séries heróis (The Defenders).

As cenas de luta estão bem coreografadas e apesar de existirem algumas inconsistências na narrativa, esta primeira temporada consegue ganhar crédito suficiente para que invista tempo na segunda.

Mudança de Rumo

Há catorze anos atrás, iniciei a minha incursão pelo mundo do colecionismo, de forma bastante modesta, como é natural. Comecei com um bobblehead de uma das minhas séries de animação preferidas (Wacky Races) e fui lentamente evoluindo para o mundo das action figures. Alguns anos mais tarde, passei a investir em bustos low budget, com a consequente venda do espólio de bobbleheads acumulado.

Em 2012, o passo seguinte foram as estátuas na escala 1/10, com destaque para a Gentle Giant, Diamond Select e Kotobukiya, algo que se manteve estável até final de 2019, altura em que optei por iniciar um novo ciclo.

O racional consiste em reduzir para doze o total de estátuas, focado na escala de 1/6 e na temática da DC, Marvel e Hasbro. Assim sendo, vendi 95% da minha colecção mas decidi partilhar o slideshow abaixo indicado, como forma de imortalizar este momento para a posteridade.

Ao longo dos próximos meses, contem com informação referente à evolução deste projeto, que não tem data definida para conclusão. Na realidade, acredito que seja um processo longo, repleto de momentos para reflexão e decisões complicadas, dado que o espaço é limitado e as Detolf colocam algumas restrições na escala de 1/6.

Como sempre, convido-vos a partilhar a opinião e dicas que possam ser relevantes para o sucesso deste desafio pessoal.

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