Alheira com Pêssego – Capítulo III

As coisas ficaram mesmo negras uma vez que Helga ao ver Galvona em tal pose e com chantillly a cobrir as partes mais intímas não hesitou e massajou-a como se não houvesse amanhã! Foi de facto uma noite inesquecível para a nossa vilã… quanto a Jaquim a garrafa de Moskovskaya foi a sua companhia…

A estadia na Serra da Estrela foi muito revitalizante para o nosso herói. Quanto ás nossas vilãs o plano maquiavélico iria sofrer alterações significativas. De volta à sua terra Natal Jaquim trabalha arduamente mas a sua vontade de diversão permanece inalterável. Comeam a ser frequentes as suas saídas nocturas para a discoteca Naufragos.

O motivo para tantas visitas era a nova empregada Laetitia. Oriunda da República Checa esta estudante do programa Erasmus irá permanecer durante um ano no nosso cantinho à beira mar plantado. Apesar do idioma os separar o dinheiro e o charme de Jaquim fazem mossa.

Á espreita estão sempre A.Mata e Galvona (que ainda hoje é perseguida por Helga, a lésbica sueca de proporções bíblicas). Quem também não anda contente é Joaninha, amiga de infância de Jaquim. A sua paixão platónica é evidente mas o nosso herói apesar de podres de rico não deve muito à inteligência.

Um triângulo amoroso seria complicado mas como a acção decorre no Pico nada como tensão sexual a quadriplicar. Xanix, a stripper do clube está desesperada por conquistar o galã. A disputa é constante e tem tendência a aquecer…

(continua) 😉

Viva a República

Portugal foi mais uma vez a votos e confirmou-se que somos realmente um País de brandos costumes. Não interessam os escândalos com branqueamento de capital, desfalques, fugas para o Brasil ou mesmo envolvimento em escândalos no Apito Dourado. Todos esses políticos conseguem manipular a opinião pública e inverter a situação a seu favor.

As campanhas eleitorais foram marcadas (novamente) pela falta de educação e insultos, sendo que discutir projectos foi algo que não se viu. Mas nem tudo é mau pois existem sinais de esperança para este povo.

No Porto por exemplo foi reeleito Rui Rio que, apesar de controverso tem feito um bom trabalho. Contra tudo e todos (incluindo Pinto da Costa) ganhou. Foi a vitória do projecto e não das pessoas. São as pequenas vitórias que me fazem acreditar num futuro melhor.

A Ilha

E se em pleno século XXI fossem criados clones apenas com o intuito de fornecer orgãos saudáveis aos seus “patrocinadores”? Basicamente é este o enredo de A Ilha. Lincoln (Ewan Mcgregor) vive num complexo aguardando pacientemente com milhares de outros o sorteio para poder ser enviado para a Ilha (único local não poluído na Terra).

Com o passar do tempo começam a surgir as dúvidas e inicia-se uma investigação que o irá levar à descoberta da terrível verdade. Juntando-se a Jordan (Scarlett Johansson), outra residente do complexo irá ocorrer uma verdadeira corrida contra tudo e todos com o intuito de expor a verdade e acabar com o cativeiro de todos os outros clones. Francamente não gostei deste filme.

Tem alguns pormenores interessantes mas é o que vulgarmente chamamos de pastilha-elástica. Existem várias falhas no enredo e a interpretação é fraca. Scarlett Johansson é lindíssima mas não chega para dar uma nota positiva.