Blame!

Baseado na manga de Tsutomu Nihei, Blame! é uma produção do Netflix que nos apresenta uma mundo futurista, em que os Humanos se ligavam a uma consciência virtual que lhes permitia controlar as máquinas responsáveis pela criação, manutenção e defesa das infra-estruturas. Uma estranha infecção faz com que os humanos sejam considerados hostis, dando início a uma extermínio massivo.

A narrativa acompanha uma pequena cidadela, perdida na dimensão desta estrutura, que parece estar fora do radar da “Safeguard”, a entidade responsável pelas defesas. A escassez de alimentos, força uma pequena equipa, liderada por Zuru, a entrar numa zona repleta de inimigos. A missão parece estar condenada ao fracasso total, quando um estranho humano, de nome Kiri, salva a equipa, derrotando com facilidade os “Silicon Creatures”.

Ficamos a saber que Kiri procura um humano que detenha o Gene Net Terminal, algo que permitirá voltar a controlar as máquinas e terminar com a extinção da Humanidade. Na sua missão, vai contar com a ajuda de Cibo, uma cientista que tem um conhecimento profundo do funcionamento da Cidade, sendo responsável pela barreira que protege a cidadela.

Blame! é um filme muito interessante, repleto de acção e que consegue cativar o espectador. Recomendo a visualização, sobretudo para os fãs de ficção científica.

Gantz: 0

Uma vez mais, trago-vos um filme, realizado por Yasushi Kawamura, baseado numa manga de sucesso. A escolha recaiu na obra de Hiroya Oku, que envolve uma estranha esfera negra, apelidada de Gantz, que promove um jogo cujo objetivo é sobreviver. O que ainda não sabem, é que os jogadores são recrutados aquando da sua morte e que os seus adversários são demónios e estranhas criaturas oriundas de outros planetas ou dimensões. Para complicar ainda mais este cenário, estas batalhas ocorrem em cidades repletas de habitantes, em que a violência atinge proporções massivas.

Nos noventa minutos de filme, vamos acompanhar a batalha de Osaka e a luta pela sobrevivência de Masaru Kato, que tenta desesperadamente garantir a vitória, de forma a poder ressuscitar. A narrativa é envolvente, criando os alicerces necessários para nos preocuparmos com as personagens. Vamos sendo progressivamente informados das condições deste jogo, que é cruel mas permite ressuscitar quem atingir os 100 pontos, algo que ocorre quando derrotam o BOSS final.

Os equipamentos disponíveis variam consoante a pontuação alcançada em jogos anteriores, o que representa uma desvantagem para o nosso “herói”, que apenas tem uma arma de partículas. Todas as lesões que ocorrerem são curadas, desde que o jogador esteja vivo no momento em que o objetivo final é alcançado. E é com esta premissa que somos lançados nas ruas de Osaka, com batalhas intensas, repletas de sangue e mortes constantes. A animação está muito bem conseguida e no global, consideramos Gantz: O uma experiência interessante e que recomendamos.

Para terminar, apenas destacar a soberba banda sonora, que se ajusta de forma perfeita ao filme, assim como a qualidade da animação, que apresenta um realismo e atenção ao pormenor verdadeiramente digna de registo. Se são fãs da manga ou apenas do anime, gostaria imenso de ouvir a vossa opinião acerca do filme, que tem recolhido críticas muito positivas.

Sword Art Online

Para os amantes de Anime e MMORPG, o anime Sword Art Online é obrigatório. Criado pelo Reki Kawahara, é um anime passado no futuro onde os MMORPG são jogados através de um capacete que fica conectado ao cérebro transportando a consciência  do jogador para uma realidade virtual.

Neste jogo a realidade virtual e a real são elevados ao mesmo patamar, ou seja, o jogador quando morre no jogo morre na realidade. Tudo estaria bem se antes de jogar já soubessem a regras mas estas apenas são divulgadas quando se conectam no jogo. Kazuto “Kirito” Kirigaya (a personagem principal) percebe que o botão de sair não existe no menu, e só o poderá fazer quando algum jogador terminar por completo o MMORPG.

É um anime que brinca com o conceito do 2nd life, em que a verdadeira realidade é a do MMORPG, não esperem muita acção, mas sim podem contar com uma projecção de como serão os jogos no  futuro. Apenas existem 12 episódios, o próximo será lançado na madrugada de sábado para domingo e assim consecutivamente. Convido-vos a todos a assistir.