X-Men Origins: Wolverine

Gabin Hood e a Marvel resolveram presentear-nos com a explicação da origem de Logan e todos os “fantasmas” que o assombram. Sabretooth, Deadpool, Agent Zero, Emma Frost, Cyclops, Gambit, Professor Xavier e muitos mais são apresentados neste filme, que me surpreendeu pela sua coerente e (dentro do possível) fiel adaptação.

Não nos limitamos a ser bombardeados com efeitos especiais e cenas de acção. Há uma clara preocupação em contar uma história e “humanizar” Wolverine, fazendo com que a sua personagem evolua até ao nível que conhecemos em X-Men.

A escolha dos actores volta a ser muito feliz e penso que os fãs vão ficar agradados. Sem estar ao nível da trilogia ou mesmo de IronMan, penso que vale bem a pena os 3 euros (sou cliente Zon). E cum caneco… o Hugh Jackman dá vida a este Wolverine… embora também tenha gostado muito do Gambit!

Knowing

Cada vez estou mais desiludido com as idas ao cinema: faz um calor infernal nas salas, que acrescente-se estão infestadas de miúdos e acéfalos que emitem ruídos durante toda a sessão . Mas adiante, falemos do novo filme de Nicolas Cage.

Em primeiro lugar, realço que até gosto de Cage como actor, mas os seus últimos filmes são penosos e “Knowing” não foge á regra. Há 50 anos atrás, alguns estudantes selaram uma “cápsula do tempo” cheia de desenhos de como seria o mundo em 2008. No meio dos rabiscos, existe um muito particular, com longas sequências de dígitos, que Nicolas Cage vai analisar e interpretar. Com o desenrolar da acção confirmamos que representam datas de acidentes e respectivas fatalidades, sendo que a última data representa o fim do Mundo. Será que vão conseguir evitar tal desfecho?

Não me vou alongar, nem postar spoilers, mas a abordagem científica inicial é totalmente colocada de parte a partir de certo ponto, “Knowing” tem bons efeitos especiais mas no seu total é um filme fraco e que não recomendo. Mais um da já longa lista de cinema reservado a catástrofes naturais…

Monsters vs. Aliens

Aproveitando o cartão do meu ISP lá fui novamente ao cinema, desta feita para ver Monsters vs Aliens. Hugh Laurie, Kiefer Sutherland, Reese Whiterspoon e Will Arnett garantiram a qualidade no que dizia respeito ao elenco, pelo que as minhas expectativas eram altas.

A narrativa consiste essencialmente num meteorito que atinge a Terra, carregando uma substância denominada Quantonium, que tem a capacidade de fornecer super poderes. Rapidamente a nossa heroína se converte em Ginormica, sendo levada para uma instalação secreta do Governo onde são guardados monstros.

Quando a Terra é invadida por extraterrestres ávidos de roubar o Quantonium, os nossos heróis são obrigados a sair do Quartel General e enfrentar a ameaça. Segue-se uma luta sem tréguas pelo destino do nosso planeta, mas… quem irá ganhar?

No cômputo geral, o filme cumpre a sua função, que é entreter o espectador. No entanto, a fasquia foi colocada muito alta pela Pixar, o que converte este projecto numa experiência agradável, mas que nunca atinge um patamar digno de relevância no género.