Constantine

Março traz-nos mais um filme baseado em BD (Hellblazer). John Constantine foi ao inferno e voltou, possuindo o dom de poder reconhecer o bem do mal e anjos de demónios. A sua vida é complexa e com um fardo constante, originando uma tentativa de suicídio. Posteriormente, este anti-herói,  irá tentar “comprar” a sua entrada no céu, mas para tal necessita de exorcizar o mal e enviar as almas pecadoras para o Inferno.

Com o passar do tempo torna-se uma pessoa amarga e alcoólica, mas irá encontrar uma detective que acaba de perder a sua irmã, também ela suicida. O resto da história não vos conto, para evitar spoilers.

O filme é fraco, apesar de ter uma história interessante e cativante à primeira vista. Não sou grande fã de Keanu Reeves e sinceramente falta muito para tornar o filme interessante.

Blade Trinity

Sou grande fã de Blade mas penso que exageraram ao criar o terceiro filme da saga. Desta vez o Daywalker, o vampiro que anda de dia e caça vampiros vai ter de medir forças com nada mais, nada menos do que Drácula, o primeiro da sua raça.

De uma forma engenhosa irão fazer com que Blade seja odiado pelos humanos o que irá complicar bastante a situação do nosso herói. Pela primeira vez ele irá precisar de ajuda extra dado que o seu amigo Whistler está a ficar velho. O filme no geral é fraco, apresenta novas personagens e mantem a acção, no entanto a história é muito semelhante ao de Blade II.

Como é apanágio, tem boas cenas de acção e alguns momentos de humor dignos de registo mas está longe de ser algo marcante, como ocorreu com o primeiro. Digamos que só Wesley Snipes não chega para elevar o filme a um patamar superior. Parece que ainda não foi desta que a Marvel acertou.

Em conclusão, só recomendo essenciamente a fãs da BD e da personagem.

O Maquinista

Lá consegui arranjar um pouco de tempo livre e escapuli-me de imediato para uma sala de cinema. Como tinha “ouvido” falar muito bem deste filme e como sou fã de ChristianBale não foi complicado tomar uma decisão.

Há bastante tempo que não via um filme completamente sozinho no cinema, pelos vistos as coisas não andam bem no reino da Lusomundo. Retomando o raciocínio, se gostam de enredos complicados e histórias rocambulescas este é mesmo a não perder. Como se sentiriam se não conseguissem dormir há um ano? Mal, aposto. Pois essa é exactamente a abordagem efectuada.

Trevor Reznik faz com que um dos seus colegas perca o braço num acidente de trabalho e a partir daí torna-se paranóico e começa a sofrer de alucinações. Começa também a investigar o acidente sentindo que o mundo se virou contra ele. E quanto mais vai descobrindo menos vamos percebendo da história. E reforço o “não perceber”.

Vale bem a pena gastar cinco euros com este filme. Boa interpretação de Jennifer Jason Lee no seu regresso à sétima arte. Bale aparece cadavérico (perdeu 28! kgs para fazer o filme) e mais uma vez tem uma excelente presença. Perto das 5 estrelas…