Atari: Game Over

A chegada da Netflix a território nacional vai certamente permitir o acesso a conteúdos até agora desconhecidos para grande parte dos utilizadores. E embora este artigo seja para falar especificamente de um documentário, quero desde já salientar que irei dar a minha opinião acerca do serviço no final de Novembro.

Mas passemos ao tema em questão: documentários. Sou um entusiasta do género e este serviço de streaming não desilude neste campo. Trago-vos a história de um videojogo dos anos 80, mais concretamente o ET, considerado por alguns como o pior de sempre. Atari: Game Over fala-nos da evolução da empresa que revolucionou e criou a indústria dos videojogos, abordando especificamente os eventos que levaram à falência da Atari e consequente abandono de algum hardware e software num aterro no Novo México.

A investigação assenta em entrevistas com antigos funcionários, engenheiros e ex-responsáveis da empresa, que nos vão revelar o dia a dia, assim como algumas decisões que acabaram por ditar o fim do colosso que foi a Atari. Como sabem, sou um grande fã da indústria dos videojogos e sobretudo da sua história, que influenciou gerações e que tem um legado próprio.

O documentário é narrado por Zak Penn, que dispensa apresentações e conta com a participação de Seamus Blackley (criador da Xbox), Howard Scott Warshaw (criador de ET), Nolan Bushnell e muitos outros, que contribuem para a credibilidade e veracidade histórica deste documentário.

Recomendo sem hesitação este Atari:Game Over, sobretudo para quem partilha do meu entusiasmo por este tema. Para os restantes, acredito que possa igualmente ter valor, sobretudo numa premissa de descoberta de algo que revolucionou os anos 80 e que permitiu que a indústria de videojogos atingisse o actual patamar de grandeza, apresentando lucros superiores a muitas produções de Hollywood.

Netflix

O meu período de trial termina sensivelmente dentro de uma semana mas a decisão de cancelar a subscrição do Netflix está tomada. Assim sendo, vou aproveitar este artigo para explicar os meus motivos, assim como os prós e contras do actual serviço disponível.

Desde que soube da sua chegada a território nacional que estou muito entusiasmado, embora tenha ficado céptico em relação a valores e sobretudo conteúdos disponíveis.  A ausência de programação 4K não é um deal-breaker para mim mas compreendo a insatisfação generalizada que causou. Um dos grandes entraves para a massificação do Netflix é precisamente a limitação em termos de séries (exclusividade com outros canais de cabo), aliada a um escassez exacerbada de conteúdos.

A mensalidade do serviço parece-me ajustada, com a vantagem de permitir a partilha entre vários utilizadores, o que é claramente uma mais valia. Mas é nesta fase que terminam as vantagens e se destacam as limitações: séries com temporadas parciais, oferta limitada em termos de filmes e escassez de documentários. Saliento que o Netflix apresenta em Portugal um total inferior a 500 títulos, representando a mais baixa oferta disponível em toda a Europa. É evidente que esse ponto vai melhor substancialmente nos próximos meses, o que origina a minha decisão: cancelar esta subscrição e aguardar pacientemente pela disponibilização de conteúdos mais atractivos, o que irá certamente ocorrer em 2016.

Estamos obviamente perante uma decisão pessoal e compreendo que alguns dos leitores possam discordar da minha opinião. Mas nesta fase, o Netflix não satisfaz as minhas necessidades, embora reconheça que é uma lufada de ar fresco. Tenho a certeza que voltarei a ser cliente e só posso sugerir que testem e retirem as vossas ilações.

O Desafio II – Mês 9

Está na altura de mais um update, sendo que lamentavelmente voltei a falhar o objetivo, já que ultrapassei o orçamento definido para 2015. No entanto, e ao contrário do ano passado, vou continuar a registar as compras e obter os valores finais. De momento, o total vai em 353.69 euros e sinto que não vai ficar por aqui…

CD Peter Gabriel – Secret World Livre – 13.90 euros

NES – Legend of Zelda – 48.50 euros (já com portes incluídos)

LEGO MicroFighters – AT-AT Driver (9.90 euros)

LEGO Microfighters – Clone Pilot (9.90 euros)

Guardians of The Galaxy Poster (6.99 euros)

Mini-Figuras Megatron/ Optimus Prime / Rick Dangerous 1 e 2 (83 euros já com portes)

Poster 70 x 100 The Matrix (17 euros já com portes)

Audio Technica ATH-M50x /147 euros já com portes)

PS2 – Jogo 1945 (2.50 euros)

DVD Temporada 4 BSG (15 euros)