Fate/Apocrypha T.2

A segunda temporada tem um início épico, com alianças inesperadas e um vencedor na Guerra do Graal. Sieg continua a surpreender mas os esforços da Facção Vermelha parecem ser insuficientes, face ao poderio de Shirou e da sua aliada Semiramis.

A derradeira batalha vai ocorrer na fortaleza criada precisamente por Semiramis, onde serão desvendados alguns segredos acerca de Astolfo, Mordred e Chiron, que serão fundamentais para o desfecho da série.

Shirou pretende a Paz absoluta, mas o seu desejo implicará um enorme sacrifício, privando a Humanidade da necessária evolução para atingir esse estado. É precisamente nesta temporada que temos as batalhas mais épicas, das quais destaco Mordred vs Semiramis, Shakespeare vs Joanne D´Arc e Shirou vs Sieg.

Por razões óbvias, vou evitar spoilers sobre o final, mas recomendo que invistam tempo em Fate/Apocrypha. Estamos perante um enredo muito interessante, repleto de mistério mas em que as personagens apresentam motivações reais e com as quais nos conseguimos identificar.

E o final acaba por ter alguma carga emocional, precisamente porque representa o melhor da Humanidade.

Fate/Apocrypha T.1

Esta série tem como premissa a Guerra do Santo Graal, em que duas facções comandam guerreiros épicos do Passado (Servos), com o intuito de vencer e reclamar o artefacto, de forma a satisfazer os seus desejos pessoais.

Na primera temporada, vamos ficar a conhecer os mestres da Facção Preta, que pertencem à família Yggdmillennia, assim como da Facção Vermelha, que representa a Clock Tower e a Igreja, com as escolhas de Kairi Sisigou e Shirou Kotomine.

Ao longo dos vários episódios, vamos conhecendo as motivações e os limites de cada um dos membros, que contam com poderosos guerreiros de ambos os lados. Existem batalhas épicas, com mortes inesperadas, assim como um herói improvável: Sieg, um homúnculo criado pelos Yggdmillennia, que se irá revoltar e ter um papel fundamental no desfecho da Guerra (sem spoilers)

Destaque igualmente para a presença de Jeanne D´Arc, que tem o papel de Ruler, lutando pelo cumprimento das regras da “competição”. A primeira temporada é francamente interessante e termina com o habitual cliff-hanger.

A animação está muito bem conseguida e as cenas de acção combinam coreografia digna de registo com enredo, conferindo uma ligação emocional para com as personagens.

Danger Mouse

Como sabem, sou um entusiasta do Netflix, que disponibiliza conteúdos de qualidade a baixo preço. A mais recente adição é o reboot de Danger Mouse (1981), que conta com as vozes de Alexander Armstrong (DM), Kevin Elton (Penfold) e Stephen Fry (Colonel K), entre muitos outros.

O nosso herói sofreu um upgrade substancial, graças à adição da Professora Professora Squawkencluck (sim, leram bem, o primeiro nome é Professora) que disponibiliza a mais recente tecnologia, assim como uma pala cibernética, que inclui GPS  e outras funcionalidades imprescindíveis para derrotar os vilões.

Esta primeira temporada tem 26 episódios, em que o nosso herói vai defrontar a sua nemesis, o Barão Silas von Greenback, assim como outros inimigos de valor, tais como The Princess, Dr Loo-Cifer, The Snowman e Quark.

Destaco igualmente a personagem de Jeopardy Mouse, interpretada por Lena Headey, que será uma aliada de valor para a equipa composta por DM e Penfold.

Para além do fantástico humor e vozes, Danger Mouse é efectivamente divertido, proporcionando entretenimento e momentos únicos de animação.

Uma série a não perder!