Pelé: Soccer Legend

Quando falamos em futebol, há um nome que reúne consenso quase universal, independentemente da nossa nacionalidade. Refiro-me a Pelé, que foi possivelmente o maior jogador de futebol de todos os tempos e que se tem associado a vários produtos e marcas, na promoção da sua imagem, ao longo das últimas décadas.

A Cosi Games é o exemplo mais recente, com o lançamento de Pelé: Soccer Legend, disponível para Android e iOS. Neste título, vamos acompanhar a carreira do nosso ídolo, começando pelos subúrbios do Brasil até atingirmos o Campeonato do Mundo, o Santo Graal do futebol. Para os leitores mais novos, Pelé ajudou a conquistar três títulos mundiais com o Brasil, precisamente nas edições de 1958, 1962 e 1970, contribuíndo de forma decisiva para a hegemonia do futebol canarinho nesse período.

No que diz respeito ao jogo, a interactividade é garantida, com um sistema que nos permite competir com outros jogadores online, no sentido de subirmos no ranking. No global, é uma experiência cativante, com uma jogabilidade assinalável e que consegue viciar, sem se tornar demasiado repetitivo. E o sistema de recompensa, que funciona com moedas, permite ao jogador a personalização total do nosso futebolista, o que acrescenta uma mais valia e aumenta a longevidade do título.

Os meus amigos do Poki lançam hoje este título na versão browser, pelo que a minha recomendação é evidente. Se procuram um guilty pleasure, que vos proporcione vários momentos de diversão, este é o jogo a que se devem dedicar. Convido-vos a visitar o site e digam de vossa justiça na ciaixa de comentários.

Supergirl T.1

O sucesso actual das séries da DC facilita o aparecimento de novos super-heróis, neste caso a prima do Super-Homem. Kara foi enviada para a Terra, com a missão de proteger Kal-El mas devido a um imprevisto na Zona Fantasma, chega apenas ao nosso Planeta vários anos mais tarde. Nessa fase, Clark já é um adulto, ao contrário de Kara, que tem apenas 14 anos.

A família Danvers acolhe a nossa heroína, que permanece no anonimato até se mudar para National City, tornando-se na assistente pessoal de Cat Grant. A história de Kara apresenta muita semelhanças à do Super-Homem e tem algumas personagens em comum, tais como Jimmy Olsen e Lucy Lane.
Os primeiros episódios são francamente decepcionantes, comparando constantemente os dois heróis de Krypton, desenvolvendo a narrativa em redor da curva de aprendizagem de Supergirl.

A partir do momento em que se começa a dar ênfase à DEO, uma organização governamental que lida com ameaças alienígenas e aos prisioneiros de Fort Rozz, a série melhora substancialmente, embora nunca atinja um nível elevado. Existem personagens fortes, tais como Winn, Alex Danvers, Maxwell Lord e Hank Henshaw, o que ajuda a elevar a qualidade dos episódio, sobretudo na segunda metade da temporada.

Existem várias participações interessantes, com destaque para Red Tornado, Reactron, Livewire e Silver Banshee, que interpretam alguns dos vilões secundários. Os maiores oponentes de Supergirl nesta temporada inicial são Alura Zor-El e Non, familiares de Kara que fugiram de Fort Rozz e que pretendem escravizar a Humanidade. Pessoalmente, gostei bastante da adição de Martian Manhunter, um dos meus heróis preferidos da DC, assim como o crossover com Flash, que dão um extra de qualidade à série.

No cômputo geral, Supergirl é um projeto com potencial, mas que apresenta uma primeira temporada mediana, com alguns episódios francamente bons. Será fundamental que a segunda temporada seja menos previsível e que se distancie das comparações com Super-Homem, para ter alguma hipótese de sucesso. Qual é a vossa opinião acerca deste tema? Acompanharam a série? Utilizem a caixa de comentários para dar o vossso feedback.