SNK Neo Geo Mini

O sucesso dos modelos clássicos da NES e SNES levou a que várias empresas estejam a planear algo semelhante, dentro do seu ecossistema. A SNK não fugiu à regra e anunciou que irá disponibilizar a edição clássica da Neo Geo.

Se cresceram nos anos 90 reconhecem certamente vários títulos marcantes, tais como Fatal Fury, King of Fighters e Metal Slug, entre muitos outros. Esta edição vai comemorar os 40 anos da marca japonesa e de acordo com uma fonte anónima este é o aspecto final da consola.

Estamos perante uma mini arcade, o que me deixa entusiasmado, com um écran de 9 cm aproximadamente e que vai ter 40 jogos incluídos. Os detalhes em termos de hardware são ainda escassos, embora exista confirmação de uma porta HDMI Out e alguns acessórios (comandos wireless e stickers para personalizar a consola).

Outra das curiosidades reside em saber a data de lançamento do produto e se vai ser exclusivo para o mercado nipónico. Fica a minha promessa de continuar a acompanhar os mais recentes desenvolvimentos e colocar-vos ao corrente das novidades.

Pessoalmente, estou francamente entusiasmado com a lista de jogos e caso seja lançado com um preço acessível vou certamente adquirir uma unidade.

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The Strain T.4

A terceira temporada foi a menos interessante até ao momento, embora tenha captado a minha atenção nos últimos episódios. Neste regresso, a narrativa avança cerca de nove meses, mostrando o mundo pós-nuclear em que a Humanidade vive.

Antes de avançar com a minha opinião, começo por alertar para a existência de spoilers.

Os Strigoi criaram um programa de nome “A iniciativa”, que promove a co-existência entre as duas espécies e a resistência aparenta ter terminado por completo. Paralelamente, vamos conhecer o paradeiro de Dutch e Setrakian, que foram capturados e colocados num das instalações do inimigo. Rapidamente compreendemos que são muito semelhantes a campos de concentração, com o objetivo de drenar humanos e promover o nascimentos de bebés com um tipo de sangue muito específico.

No que diz respeito a Quinlan e Fet, a sua missão passa por encontrar uma ogiva nuclear, para detonar e destruir o Mestre. Por último, vamos acompanhar o quotidiano de Goodweather, que tenta lidar com a morte da esposa e com as acções de Zack, que originaram a destruição de Nova Iorque.

Confesso que gostei particularmente desta temporada, que combinou acção e narrativa, deixando pouco espaço para perdas de tempo. Não vou entrar em pormenores quanto ao desfecho da série, mas fiquei satisfeito com o resultado, apesar de ser algo diferente dos livros.

Existem alguns pontos que me causaram alguma estranheza, sendo o principal a desvalorização completa do Lúmen, que acaba por ser secundário no desfecho da narrativa.

Dito isto, esta foi sem dúvida uma das melhores temporadas de The Strain, que teve a virtude de reconhecer quando terminar. Há a nítida preocupação de humanizar as personagens e consequentes motivações, existindo igualmente a inevitável comparação com o regime nazi.

Pelo caminho, serão necessários vários sacrifícios para atingir os objetivos definidos e erradicar o Mundo desta praga. E essa é a grande premissa desta temporada, que recomendo sem hesitação.