Supergirl T.4

A quarta temporada vai introduzir uma panóplia de novas personagens, assim como tomar algumas decisões que pouco acrescentam à narrativa. O DEO está a passar por profundas mudanças e o receio da Humanidade para com os extra-terrestres atinge um máximo histórico, o que fomenta o aparecimento de movimentos radicais.

É nesse contexto que vamos acompanhar a subida ao poder de Ben Lockwood, um modesto professor de História que se vai converter no líder da organização Sons of Liberty. Kara vai lidar com problemas pessoais, que a forçam a tomar decisões complexas para defender a sua identidade secreta.

Em termos de narrativa, o enredo é francamente mais complexo nesta temporada, o que faz sentido tendo em conta os desenvolvimentos dos últimos seis episódios. Contem com o aparecimento de Otis e Mercy Graves, assim como de Manchester Black, que acabam por ser os catalisadores de mudanças que afectarão Supergirl e o Martian Manhunter.

Sensivelmente a meio desta temporada, vamos ter o aparecimento de mais uma heroína (Dreamer) que irá fazer parte da equipa e ter uma relação curiosa com Brainy. O Haruo-El acaba igualmente por ser uma componente crucial para o desfecho desta temporada, que deixa deliberadamente “pontas soltas”, sobretudo no que diz respeito a Lena Luthor, Brainy e à organização Leviathan.

Como vem sendo hábito, a última cena lança a premissa para um dos prováveis vilões, que é libertado na Terra por The Monitor. Pessoalmente, considero que esta temporada tem algumas ideias interessantes, sobretudo no que envolve a família Luthor e a Red Daughter. Gostaria de que as personagens de Manchester Black e Agent Liberty tivessem sido mais relevantes e no global diria que gostei mais da temporada anterior. Há no entanto muito potencial para recuperar o tempo perdido, ao contrário do que vi em The Flash e Green Arrow.

iPhone 11

Como sabem, sou um utilizador de produtos Apple há mais de uma década. Um dos pontos que me agrada é a robustez e qualidade de construção, que resultam numa durabilidade acima da média. Estou longe de recomendar que todos enveredem pelo caminho da , mas recomendo sempre que considerem a alternativa, embora, como em tudo na vida, existam prós e contras.

O objetivo deste artigo é partilhar a mais recente experiência, resultado da aquisição do novo iPhone 11. Inesperadamente o display do meu velho, mas fiável iPhone 6 Plus sucumbiu, criando a oportunidade para renovar o meu equipamento móvel. Confesso que não foi uma escolha fácil, dado que o preço é extremamente elevado, mas após medir o impacto financeiro e a relação qualidade/preço, acabei por aproveitar uma promoção de um conhecido site nacional de tecnologia e eletrodomésticos.

Estou a utilizar o novo iOS há cerca de duas semanas e estou francamente satisfeito com a rapidez do software e a qualidade das fotos, sobretudo no modo nocturno. A rapidez do processador é notável e a autonomia de bateria permite uma utilização prolongada, mesmo com software mais exigente.

Acabou por ser uma prenda de aniversário para mim próprio e o meu Instagram agradece o aumento significativo de qualidade nos momentos que vou capturar nos próximos anos.

Tweeterhead Wonder Woman 1/6

Após o sucesso da primeira adição na escala 1/6 a escolha recaiu noutra peça da Tweeterhead, da coleção Super Powers.

Desta vez, optei pela Wonder Woman, uma peça fantástica, esculpida por Jack Matthews e que segue a linha clássica da DC, que é bastante do meu agrado.

Gosto particularmente da base, que tem um nível de detalhe assinalável, assim como da pintura e anatomia da estátua, que culmina numa pose dinâmica que resulta muito bem. As dimensões são adequadas para a escala, com 35 centímetros de altura e aproximadamente 45 de diâmetro.

Como habitualmente, partilho algumas fotos e posso adiantar que já escolhi a peça seguinte, da autoria da PCS.

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