Kotobukiya Captain America 1/6

No decorrer deste ano tenho lentamente recebido algumas das pré-reservas que constam da minha lista. A mais recente adição é Steve Rogers, na sua versão clássica, da linha Fine Arts.

Como é habitual, vou adicionar uma galeria de fotos, mas aproveito para partilhar a minha opinião acerca desta estátua. A anatomia está bem conseguida, assim como a pintura, sobretudo a textura do fato e a palete de côr escolhida, que contrasta excepcionalmente bem com a base, que está repleta de rocha e destroços, simulando uma cena de batalha.

Outro ponto interessante é a quantidade de peças para montagem, algo que é invulgar em estátuas desta linha da Kotyobukyia. No que diz respeito à pose, temos duas soluções distintas, com o escudo assente na base ou em cima da rocha. Esta estátua tem uma clara sensação de movimento, o que é igualmente muito positivo, para quebrar a monotonia de qualquer coleção.

O único ponto negativo que me parece relevante mencionar é o escudo, que apesar de estar bem pintado, é composto por um plástico de baixa qualidade e que chegou ligeiramente arqueado. Dito isto, sobretudo para quem coleciona na escala 1/6, esta é sinceramente uma excelente escolha e que tem a minha recomendação.

A próxima estátua a entrar no Quartel General vai ser o Stan Lee, da Iron Studios, algures no decorrer do mês de setembro. Fiquem atentos! 🙂

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Jolt

A Amazon Studios mantém a sua aposta em projetos fora da caixa. Desta vez, vamos acompanhar as aventuras de Lindy Lewis, uma mulher que sofre de “síndroma de explosão intermitente”, que a leva a perder por completo o controlo.

A narrativa é completamente absurda, mas funciona, dado que alia ação frenética e humor, com um excelente leque de actores a complementar este filme realizado por Tanya Wexler.

O primeiro acto introduz a premissa primária, apresentado as personagens principais e consolidando os eventos que irão originar o colapso mental de Lindy, que envereda por um caminho violento, no sentido de lidar com a sua perda. Em determinados momentos, Jolt tem algumas semelhanças com John Wick, mais especificamente nas sequências de ação e consegue, sem qualquer dúvida, garantir entretenimento durante 91 minutos.

Sem entrar em detalhe, confesso que adorei o conceito da solução utilizada para supressão do síndroma, assim como os diálogos que ocorrem entre Kate Beckinsale e Stanley Tucci. Se procuram um filme divertido esta é sem dúvida uma escolha acertada. E para quem já viu este filme, fica o desafio de partilhar a vossa opinião.

Mediano
72%

Voltron Legendary Defender T.6

A temporada inicia com um ataque de dissidentes Galra, liderado por Sendak, que irá requer a presença dos Paladinos. A aliança entre Lotor e Voltron não é bem vista pelo Império, que continua a lidar com inúmeros focos de conflito.

A equipa vai desenvolvendo novas competências, que lhe permitem desbloquear novos poderes nos seus Leões, algo que será fundamental no derradeiro episódio, com uma batalha épica. Pelo meio, vamos ter episódios cómicos, com destaque para um jogo RPG, em que a equipa treina o trabalho em equipa e que está repleto de clichés.

Com a ajuda de Allura, Lotor consegue concluir as suas naves, que lhe permitem viajar para outro universo e recolher a quintessence, a fonte de energia que trará Paz e Prosperidade a todos.

Os últimos três episódios revelam finalmente os verdadeiros planos dos Galra, o que força a equipa a realizar um enorme sacrifício e levar Voltron ao extremo, para conseguir derrotar Lotor e salvar literalmente o Universo da extinção.

Espero sinceramente que os eventos do derradeiro episódio possam servir para criar outra dinâmica na narrativa, que começa a ser demasiado monótona e redundante.