Vinnie consegue finalmente alcançar o Joe´s Pilot Bar, confirmando o paradeiro de Dark Don. E de forma relutante, a aventura regressa a Thugtown, para aquela que promete ser uma batalha épica!
Preparados?
Vinnie consegue finalmente alcançar o Joe´s Pilot Bar, confirmando o paradeiro de Dark Don. E de forma relutante, a aventura regressa a Thugtown, para aquela que promete ser uma batalha épica!
Preparados?
Beau DeMayo é o responsável pelo regresso da mítica série de animaçáo dos X-Men, que emitiu o seu último episódio no longínquo ano de 1997.
O primeiro episódio ocorre um ano após a tentativa de assassinato do Professor Xavier e reintroduz Peter Gyrich na narrativa. A equipa de mutantes é composta por Jean Grey, Storm, Rogue, Wolverine, Jubilee, Morf, Beast e Gambit, ficando a liderança a cargo de Cyclops.
Lentamente, vamos sendo reintroduzidos ás Sentinelas, que continuam a ser controladas por Trask. Esta temporada inclui uma série de histórias icónicas dos comics, com destaque para a saga da Goblin Queen, assim como Mutant Extinction e até um pouco de Days of Future Past.
Adicionalmente, teremos algum enquadramento acerca do Império Shi’ar e da sua ligação ao Professor Xavier. É algo complexo escrever acerca desta série sem partilhar spoilers, mas posso adiantar que teremos momentos penosos, sobretudo no ataque a Genosha, que serão fundamentais para a conclusão do arco narrativo.
Quero apenas destacar o episódio Motendo, que conta com Mojo e que é uma homenagem fantástica aos videojogos dos X-Men. Existem igualmente inúmeros cameos, de personagens icónicas da Marvel e o regresso de dois vilões ićonicos, cujo nome permanece no anonimato.
Pode ser a nostalgia a falar, mas este é, na minha opiniáo, o melhor conteúdo da Marvel desde a saga Infinity War/Engame. A fasquia fica bem alta para a segunda temporada, que termina com a introdução de mais um vilão ÉPICO.
A derradeira temporada desta série peca por tardia, na minha opinião. Sou um fã das primeiras duas temporadas, que se focaram nos Grounders e apreciei os eventos que levaram à City of Light e a A.L.I.E. Tudo o resto é uma amálgama de ideias, que funciona nalguns episódios mas que se desmorona por completo no contexto de uma temporada.
Dito isto, existem pontos positivos neste fecho de ciclo. A história da Dra Becca Franco é interessante e a luta pela Transcendência, um conceito novo que é introduzido, ajuda a superar algumas decisões terríveis por parte dos argumentistas. Cadogan e Sheidheda são os grandes antagonistas da sétima temporada e após um começo auspicioso, com dois episódios francamente bons, regressamos a uma narrativa sem sentido, com decisões que se desviam por completo do pré-estabelecido para as personagens.
A grande moral passa por descobrir que o Teste não é uma batalha mas sim um evoluir da mente, que permite aos humanos ascender e colocar um fim ao ciclo de violência que nos caracteriza. O final escolhido é absolutamente desolador, matando novamente uma série de personagens marcantes, em momentos completamente aleatórios e que desvaloriza os sacríficios realizados.
Confesso que esperava muito mais, sobretudo após os primeiros episódios, mas existe um desfecho, que alguns podem considerar feliz, face aos acontecimentos. Tendo em conta a viagem incrível de Octavia, Murphy, Raven, Clarke, Bellamy e muitos outros, esta série merecia um final épico para poder marcar uma era no género de ficção científica.
Se procuram algo violento, com decisões impossíveis e uma narrativa frenética, esta é uma opção a considerar. As personagens são fortes mas preparem-se para um decréscimo qualitativo ao longo das temporadas, que vai certamente influenciar a vossa opinião final acerca deste projeto.