Andromeda T.2

A luta com os Magog encontra-se ao rubro e a tripulação tenta ultrapassar as mazelas psicológicas resultantes da batalha na WorldShip. Torna-se imperativo preparar a Galáxia para uma batalha cruel e sangrenta, que deverá ocorrer num período de três anos.

Esta é a premissa principal da segunda temporada, que continua a apresentar uma tripulação com segundas intenções, aliada a uma narrativa que nos apresenta os Caldarens e que coloca a equipa em diversas aventuras.

Grande parte dos episódios são ao bom estilo “monster of the week”, embora exista a preocupação de nos manter informados acerca da evolução da CommonWealth e do avanço dos Magog. Mas na minha opinião, a melhor parte é o aparecimento de uns estranhos guerreiros, que aparentam ser do futuro, que pretendem sabotar os planos do Capitão Hunt.

No global, gostei desta segunda temporada, que flui a um ritmo bastante consistente, com uma narrativa focada nos eventos relacionados com os Magog. Os últimos dois episódios abrem espaço para mudanças profundas, que me deixam entusiasmado para o que se segue.

Andromeda T.1

Gene Roddenberry ficou célebre por Star Trek mas escreveu igualmente outras séries de ficção científica. Um dos exemplos é Andromeda, que narra as aventuras do Capitão Dylan Hunter, que acaba por ser projectado para o futuro, encontrando um Universo em que a Commonwealth se encontra em guerra com os Magog.

Desiludido com a evolução registada, Hunter toma a decisão de restaurar a unidade na Galáxia, recrutando a sua nova tripulação, que é composta pelo avatar da nave (Rommie), Beka Valentine, Seamus Harper, Trance Gemini, Rev Bem e Tyr Anasazi. Na primeira temporada, vamos acompanhar o início da viagem, que vai ser repleta de imprevistos e com algumas surpresas.

As personagens são desenvolvidas de forma consistente, sendo frequente termos episódios completos dedicados à sua história. A narrativa é fluida, com destaque para as relações entre os vários membros da tripulação, que entram frequentemente em conflito.

O Capitão Hunter é apresentado como um idealista, que pretende alcançar a paz, sem comprometer os seus princípios. Mas será capaz de garantir a lealdade da sua tripulação, que aparenta ter um plano secundário?