Diablo III

Os meus tempos de “PC gamer” remontam a um passado muito distante, numa era em que Unreal Tournament, Quake e Duke Nukem eram as referências principais. Com o passar do tempo, converti-me a consolas e jogos indie, dos quais vou partilhando, de forma esporádica, alguns gameplays. Esta curta introdução serve para enquadrar a minha entrada (tardia) no universo de Diablo.

No final de 2024, adquiri a Eternal Collection, que inclui a expansão Reaper of Souls e a classe Necromancer, para além da campanha original. Lentamente, fui sendo sugado para este vasto universo, que conta com sete classes distintas (Barbarian, Crusader, Demon Hunter, Monk, Necromancer, Witch Doctor e Wizard), o que aumenta significativamente a longevidade deste título.

Terminei a campanha, após derrotar Malthael, mas sinto que apenas arranhei a superfície. É um facto que apenas utilizei a classe Demon Hunter, sendo que desbloqueei o modo aventura, que permite ao jogador partir em inúmeras missões paralelas. Foi, sem dúvida, uma experiência fenomenal, que recomendo sem hesitação. A plataforma que escolhi foi a Nintendo Switch, que me permitiu explorar o jogo de forma portátil, que nesta fase da minha vida, é a solução preferida.

Graficamente, o jogo cumpre a sua função, numa perspectiva isométrica, sem qualquer dificuldade na performance, mesmo em modo “docked”. Ainda pretendo concluir algumas aventuras, com outras classes, mas, no imediato, a minha atenção vira-se para outros títulos, que em breve partilharei aquilo pelo blog.

Caso sejam fãs deste universo, qualquer dica ou sugestão é bem-vinda! Que experiência incrível, meus caros… fica a recomendação para quem ainda não cedeu a esta tentação.

Warcraft: the Beginning

A Blizzard lançou finalmente o primeiro filme do universo Warcraft e o resultado final, é na minha modesta opinião, impressionante. Começo por salientar que estou longe de ser um conhecedor do lore, pelo que a minha perspectiva se foca exclusivamente no que vi.

A narrativa começa por se focar no mundo dos Orcs, que está moribundo, sendo necessário transpor um portal que lhes permite invadir outra realidade. Para tal, contam com Gul´Dan, um poderoso feiticeiro que utiliza uma magia que se alimenta dos seres vivos (Fel) e permite igualmente aumentar as capacidades guerreiras dos Orcs.

Após esta introdução, somos apresentados ao reino de Azeroth, onde várias raças (elfos, anões e humanos, entre outros) vivem em harmonia. Está muito bem conseguido este oposto nos mundos, sobretudo pela aposta em paisagens belas, verdejantes e repletas de edifícios imponentes.

Face ao sucesso da ofensiva Orc, o rei Llane convoca o “Guardião” Medivh, um poderoso feiticeiro, que está encarregue de proteger o Reino, para o auxiliar neste período de crise. As tropas são lideradas pelo comandante Lothar, que terá a ajuda de Khadgar, um suposto aprendiz de mago que terá um papel fundamental na batalha que se avizinha.

Pelo meio, passamos a compreender que nem todos os Orcs concordam com a utilização da Fel, considerando que a magia está a corromper a sua forma de vida e respectiva tradição. Durotan, um dos líderes de clã, vai forjar uma aliança com os humanos, precisamente para derrubar Gul´Dan e garantir a sobrevivência da sua espécie. Outra preciosa ajuda vem de Garona, uma mestiça (meio orc e humana?) e que vai ajudar Lothar na batalha, tendo igualmente um papel muito importante na narrativa.

Sem querer colocar spoilers, vamos ter batalhas épicas, excelentes cenas de CGI e sobretudo, as melhores cenas de magia que me recordo de ter visto em cinema. É evidente que vai existir uma sequela, mas esta primeira aventura cumpriu a sua função, aguçando o meu “apetite” para o futuro. Em suma,  Warcraft: the Beginning, cumpriu as minhas expectativas e é um filme que recomendo para quem gosta do género.