Os meus tempos de “PC gamer” remontam a um passado muito distante, numa era em que Unreal Tournament, Quake e Duke Nukem eram as referências principais. Com o passar do tempo, converti-me a consolas e jogos indie, dos quais vou partilhando, de forma esporádica, alguns gameplays. Esta curta introdução serve para enquadrar a minha entrada (tardia) no universo de Diablo.
No final de 2024, adquiri a Eternal Collection, que inclui a expansão Reaper of Souls e a classe Necromancer, para além da campanha original. Lentamente, fui sendo sugado para este vasto universo, que conta com sete classes distintas (Barbarian, Crusader, Demon Hunter, Monk, Necromancer, Witch Doctor e Wizard), o que aumenta significativamente a longevidade deste título.
Terminei a campanha, após derrotar Malthael, mas sinto que apenas arranhei a superfície. É um facto que apenas utilizei a classe Demon Hunter, sendo que desbloqueei o modo aventura, que permite ao jogador partir em inúmeras missões paralelas. Foi, sem dúvida, uma experiência fenomenal, que recomendo sem hesitação. A plataforma que escolhi foi a Nintendo Switch, que me permitiu explorar o jogo de forma portátil, que nesta fase da minha vida, é a solução preferida.
Graficamente, o jogo cumpre a sua função, numa perspectiva isométrica, sem qualquer dificuldade na performance, mesmo em modo “docked”. Ainda pretendo concluir algumas aventuras, com outras classes, mas, no imediato, a minha atenção vira-se para outros títulos, que em breve partilharei aquilo pelo blog.
Caso sejam fãs deste universo, qualquer dica ou sugestão é bem-vinda! Que experiência incrível, meus caros… fica a recomendação para quem ainda não cedeu a esta tentação.
Hugo Cardoso
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