Into the Badlands T.2

A narrativa é retomada seis meses após os eventos da temporada inicial. Sunny faz trabalhos forçados numa mina de carvão, propriedade de The Engineer, embora tenha planos para uma fuga. No entanto, é traído por Bajie, que se vai tornar uma peça fundamental da história, resultados das suas inesperadas ligações ao grupo de monges que raptou MK.

Nas Badlands, a luta pelo poder está ao rubro, com várias fações a pretenderem controlar os territórios de Ryder. O seu pai, Quinn, sobreviveu e planeia de forma meticulosa a sua vingança, sustentada numa espécie de culto, em que os seus membros se convertem em fundamentalistas, preparados para o derradeiro sacrifício em prol da vitória.

Ao longo dos primeiros episódios desta temporada, acompanhamos a viagem de Bajie, MK e Sunny, que tentam desesperadamente regressar ás Badlands. As batalhas são uma constante, com destaque para Silver Moon, uma lenda dos Clippers, que trabalha como caçador de recompensas, nos Outlying Territories.

Apesar do dom de MK permanecer inerte, Bajie está convicto que podem alcançar a cidade perdida de Azra, com a ajuda da bússola e do livro, que se encontra na posse da Viúva. Vou deliberadamente omitir muitos dos pormenores, mas posso adiantar que Lydia é reintroduzida na narrativa e Tilda terá um papel importante nos eventos que mudam radicalmente a distribuição de poder nas Badlands,

O derradeiro episódio proporciona-nos finalmente a batalha entre Sunny e Quinn, que tem um desfecho trágico, embora previsível. Para lançar o arco narrativo da terceira temporada, Bajie reativa a bússola, após ter localizado uma torre de comunicações.

Into the Badlands continua a cativar-me, embora considere que esta temporada é inferior à original. No entanto, estou muito curioso com o rumo narrativo da próxima temporada, mais especificamente a cidade perdida de Azra.

Into the Badlands T.1

A narrativa tem lugar num futuro apocalíptico, sensivelmente 500 anos após uma guerra que destruiu a civilização como a conhecemos. O território é dividido por cinco Barões, que controlam os seus recursos e gerem a paz entre as várias facções.

Vamos acompanhar a história de Sunny, o Regente do Barão Quinn, que lidera as suas forças, designadas como Clippers. Estamos perante um lutador quase imbatível, que vai resgatar um miúdo, de nome MC, tornando-se no seu mentor.

As Badlands assentam num sistema feudal, onde as armas se resumem a espadas, lanças e à capacidade de praticar artes marciais. A série é fenomenal, com coreografias de luta do melhor que se faz em TV, elevando Into the Badlands a um patamar muito elevado.

O final da temporada é fantástico, abrindo uma série de possibilidades e ditando um rumo muito interessante para a segunda temporada. Gostei francamente das personagens de The Widow, Sunny, Quinn e claro, MC, que pode tornar-se no grande catalizador dos eventos que se vão seguir.

Altamente recomendado para quem procura algo diferente, mas que procura equilibrar a acção e a narrativa.