A narrativa tem lugar num futuro apocalíptico, sensivelmente 500 anos após uma guerra que destruiu a civilização como a conhecemos. O território é dividido por cinco Barões, que controlam os seus recursos e gerem a paz entre as várias facções.
Vamos acompanhar a história de Sunny, o Regente do Barão Quinn, que lidera as suas forças, designadas como Clippers. Estamos perante um lutador quase imbatível, que vai resgatar um miúdo, de nome MC, tornando-se no seu mentor.
As Badlands assentam num sistema feudal, onde as armas se resumem a espadas, lanças e à capacidade de praticar artes marciais. A série é fenomenal, com coreografias de luta do melhor que se faz em TV, elevando Into the Badlands a um patamar muito elevado.
O final da temporada é fantástico, abrindo uma série de possibilidades e ditando um rumo muito interessante para a segunda temporada. Gostei francamente das personagens de The Widow, Sunny, Quinn e claro, MC, que pode tornar-se no grande catalizador dos eventos que se vão seguir.
Altamente recomendado para quem procura algo diferente, mas que procura equilibrar a acção e a narrativa.
Hugo Cardoso
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