Artfx Green Lantern 1/10

Mantendo a (recente) tradição de partilhar a atualização da minha colecção, apresento-vos Hal Jordan, mais conhecido por Green Lantern. Como não podia deixar de ser, a Kotobukiya fez um excelente trabalho com a pintura e com os detalhes da estátua. Que vos parece?

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The Arrow T.1 a T.3

Apesar do Green Arrow ser um dos meus heróis preferidos da DC, a realidade é que a série não me despertou particular interesse desde o início. É possível que tal se devesse ao facto de ser uma adaptação muito livre da história de Oliver Quinn mas inevitavelmente acabei por ver a série e posso garantir que não vão ficar desapontados. Ao contrário de The Flash, a narrativa é muito mais dark, repleta de segredos, traições, ódio e vingança, que moldam um miúdo rico mimado num verdadeiro assassino.

A premissa é simples: Oliver, Robert Quinn (Pai) e Sarah Lance partem num barco, que acaba por se afundar, resultando na morte de todos, com excepção de Oliver, que acaba naufragado na ilha de Lian Yu, onde passa alguns anos tentando sobreviver, com a ajuda de Shado e Slade Wilson. Algures mais tarde regressa a Starling City, mudado e com a missão de “salvar a cidade” da corrupção. Para tal, tem uma lista fornecida pelo seu Pai e que requer métodos muito específicos, sendo necessário assumir a identidade de Vigilante (mais tarde será The Hood e Arrow), para semear o pânico entre os criminosos. Paralelamente, existe a sua vida pessoal, em que tenta recuperar os laços de amizade com família e amigos, o que se revela complexo em determinadas situações. Finalmente, o nosso herói conclui que não pode continuar esta demanda sozinho, o que culmina com o recrutamento de Felicity e John Diggle, dois elementos fundamentais para a série e para as mudanças que ocorrerão na segunda temporada.

Em termos de vilões, Arrow não desilude: Malcolm Merlyn, Slade Wilson (DeathStroke) e Ra’s al Ghul são verdadeiramente épicos, representados os antagonistas principais da primeira à terceira temporada respectivamente. O meu favorito é Slade Wilson, fruto do seu carisma e presença no écran, sendo que gostaria imenso que regressasse para mais uma batalha com Oliver. No geral, as escolhas dos actores é muito boa, dando profundidade à série e criando uma evolução natural das personagens, fruto das suas experiências. Gosto do facto das temporadas apresentarem feels diferentes, com alterações profundas em Oliver e dos constantes flashbacks para nos contar partes do passado obscuro do nosso herói.

Na quarta temporada, que estreará em Outubro, o vilão principal é Damien Dark, da H.I.VE., o que promete mais acção e desafios para a Team Arrow. Estou curioso para confirmar como vai ser gerida a narrativa, face aos eventos que levam ao final da terceira temporada. Vou evitar colocar spoilers mas digamos que várias portas foram fechadas nos últimos episódios. Para terminar, sugiro que vejam esta série, que é muito densa e tem uma narrativa paralela, com várias intermitências entre presente e passado. Existem alguns episódios conjuntos com The Flash e a partir da última metade da terceira temporada temos a introdução de The Atom, claramente numa tentativa de criar hype para Legends of Tomorrow, que estreia em 2016.

Depois da Liga de Assassinos, Soldados infectados com Mirakuru e muitos outros criminosos, será que Oliver Quinn ainda tem forças para derrotar a H.I.V.E? Cá estaremos para confirmar na quarta temporada.

The Flash T.1

My name is Barry Allen and i´m the fastest man alive. É assim que começa a série acerca do herói mais rápido do Planeta mas será que com toda esta celeridade, a narrativa sofre uma quebra? A resposta é não. Começamos por conhecer Barry, um cientista forênsico que trabalha para a Polícia de Central City e que tem uma vida aborrecida e rotineira até ao dia em que o acelerador de partículas dos Laboratórios Star  explode, criando as condições necessárias para a transformação em The Flash. Seguem-se alguns meses de coma até ao inevitável acordar, dando assim início à narrativa.

Com a ajuda de Dr Wells, Cisko e Caitlin, dos Laboratórios Star, Barry forma uma equipa que tem como objetivo capturar os meta-humanos (indivíduos que à semelhança de Barry foram alterados pela explosão do acelerador de partículas) e acabar com o crime. À semelhança de Arrow, existem alguns atritos entre a equipa, amores impossíveis e obstáculos constantes, que apenas ajudam a solidificar a união entre todos. O casting é brilhante, com destaque para Grant Gustin (Flash), Carlos Valdes (Cisko) e Tom Cavanagh (Dr. Wells), que são os grandes pilares da série.

Gosto bastante da evolução das personagens, da ligação com a série de Arrow e do avanço gradual dos poderes de Allen, fruto dos obstáculos que vai ultrapassando. Curiosamente, mesmo ao ser confrontado com situações complexas e nalguns casos sem escolha possível, o nosso herói mantém a sua nobreza e honra acima de interesses pessoais.

A DC tem acertado claramente nas suas escolhas em termos de série, em contraste com quase tudo o que saiu da Marvel e The Flash apresenta uma primeira temporada fantástica, com inúmeros vilões épicos, com destaque para The Reverse Flash, aka Eobard Thawn. O final é um verdadeiro cliff-hanger, deixando tudo em aberto para a segunda temporada, que deverá estrear em Outubro deste ano. A minha sugestão é que acompanhem esta série mas evitem pestanejar, caso contrário podem perder alguma da acção.