Green Lantern: Beware My Power

John Stewart é um sniper altamente decorado das Forças Especiais, que tem dificuldade em integrar-se na sociedade após passar à reserva. Ao longo do primeiro acto acompanhamos a sua faceta altruísta, culminando no momento em que uma nave, proveniente de OA se despenha.

É precisamente neste momento que um dos Guardiões entrega um anel a John Stewart, enfatizando que é a escolha certa para salvar o Green Lantern Corps . Relutantemente, o nosso herói aceita a dádiva embora tenha claras dúvidas acerca da sua capacidade para desempenhar um papel relevante no destino da Galáxia.

Existem alguns momentos hilariantes, sobretudo na forma como John Stewart aprende a controlar os seus novos poderes. É curiosa a abordagem no que fiz respeito ao anel, que é representado como uma espécie de inteligência artificial, respondendo a perguntas e dando enquadramento ao passado dos Green Lantern.

A narrativa acaba inevitavelmente por introduzir a Justice League, mais especificamente Green Arrow, Martian Manhunter e Vixen, embora apenas o primeiro tenha um papel relevante no desfecho desta aventura. O segundo acto introduz igualmente Hawkgirl e Adam Strange, que vão concluir o quarteto de heróis que vai desmascarar uma conspiração que visa destruir a civilização de Thanagar, que se encontra numa guerra sangrenta com Rann.

Não vou revelar mais detalhes da narrativa, mas contem com as habituais mudanças de fação e revelações surpreendentes. No entanto, confesso que esperava mais, sobretudo pelo nível cósmico da ameaça e das entidades envolvidas.

O casting cumpre a sua função, mas está igualmente longe de outros tempos, o que converte Beware My Power num filme mediano.

Mediano
68%

Tweeterhead Green Lantern 1/6

A minha coleção continua lentamente a evoluir, dentro dos limites financeiros que defini e mantendo a aposta na escala 1/6. Como sabem, sou um fã da linha Super Powers, da Tweeterhead, que consegue alcançar um equilíbrio qualidade/preço, que é muito do meu agrado.

No final de novembro de 2019 realizei a pré-reserva desta estátua e iniciei a minha longa e paciente espera, que terminou esta semana. Estou francamente satisfeito com o resultado final: a anatomia está bem conseguida, a base é simplesmente soberba e a pintura complementa o produto final.

O verde utilizado escolhido para Hal Jordan traz-me lembranças clara da BD e a base consegue transmitir algum dinamismo, apesar de ser uma “pose de museu”.

Para terminar, quero apenas salientar que esta é a derradeira estátua da linha Super Powers que adquiri. A Tweeterhead optou por terminar esta linha e arrancar com a versão 2.0 dos seus produtos, mantendo a escala 1/6.

Contem por isso com a adição do novo Super-Homem à coleção, algures em janeiro de 2022.

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Killjoys T.3

As duas temporadas anteriores trouxeram-nos a este ponto, em que a chegada dos Hullen é eminente. Pelo meio, existiram vários sacrifícios e a equipa separa-se, dado que Johnny parte em busca de Clara, em seguimento de uma mensagem de SOS.

Com a morte de Klyne, a fonte de Verde secou mas existem muitas mais espalhadas pelo Quad, sendo imperioso que Johnny consiga mapear a origem, algo que parece complexo, face à sua missão paralela.

D´Avin e Dutch começam a recrutar novos membros para a equipa, sob a supervisão de Turin. Vão ser descobertos campos de treinos dos Hullen, assim como naves abandonadas, que poderão ajudar na luta contra este poderoso inimigo, que está cada vez mais próximo. Vamos igualmente passar a contar com a participação de Aneela, que lidera as forças Hullen e aparenta ter uma estranha ligação com Dutch.

A terceira temporada é fantástica, apesar de começar a um ritmo lento mas vai recuperando à medida que vamos desvendando certos pormenores da narrativa. Existe uma participação mais activa de Pree, Turin e Fancy, criando-se alianças inesperadas, para lutar contra um inimigo comum.

Existem algumas surpresas e revelações curiosas, que irão lançar a quarta e quinta temporadas (já confirmadas). Gostei imenso dos últimos episódios, que não desiludem e criam uma premissa muito interessante para o futuro. Killjoys está realmente a ser uma enorme surpresa e só posso recomendar que a acompanhem.