Ghostbusters

Três décadas após o original, os Ghostbusters regressam ao cinema, com um quarteto composto exclusivamente por mulheres. O enredo envolve uma estranha personagem,, que parece estar a criar um aparelho capaz de quebrar a fronteira entre o mundo dos vivos, trazendo para Nova Iorque (tinha de ser, certo?) os fantasmas.

Tudo começa na mansão Aldridge, um edifício do século 19, que vai ser palco da primeira aparição. Uma série de eventos vai despoletar o reencontro entre Abby e Erin, que mantêm uma divergência científica acentuada. A equipa começa a ser formada com o intuito de capturar uma entidade e provar ao Mundo as teorias que defendem. Para tal, vão recrutar Patty, uma funcionária do Metro e um recepcionista inesperado, de nome Kevin.

O filme está repleto de fan service ao original, com pequenas papéis reservados a Bill Murray, Dan Ackroyd, Ernie Hudson e Sigourney Weaver, entre outros. Existem algumas tentativas  interessantes de humor mas no geral, este remake fica muito aquém do esperado.

Temos uma batalha final muito interessante, num filme que é mediano, embora entretenha. Tendo em conta a receita de bilheteira, tenho muitas reservas que exista uma sequela, apesar de termos uma cena pós-créditos que está relacionada com o tópico.

IMF 4

Apesar de ser um fã da série de TV, a verdade é que a personagem de Ethan Hunt é muito bem conseguida e deu um novo fôlego à franchise.

Confesso que o terceiro filme é o meu favorito da saga, pelo que a fasquia se encontrava bem alta. Mas passemos à minha opinião acerca de Ghost Protocol.

A IMF volta a ser apanhada numa trama internacional, forçando Hunt e a sua equipa a uma missão no Kremlin. O que aparenta ser mais uma missão de risco rapidamente se transforma num possível apocalipse nuclear, ao bom estilo de Hollywood.

A acção é frenética no decorrer dos 133 minutos, com cenas épicas e impossíveis, como é apanágio da saga. São excelente os momentos no Dubai e na Índia, com perseguições em ambientes 100% hostis.

Não faltam os carros de luxo, a tecnologia de ponta e o vilão russo com complexo de Deus, levando a que Ghost Protocol se torne num filme de acção extraordinário. Parece-me igualmente interessante o facto de existir muito mais esforço de equipa, algo que faz parte da génese da série de TV e que se tinha perdido na adaptação ao cinema.

Sem dúvida que vale bem a pena ir ao cinema, embora em termos de enredo existam muitas falhas. Mas sejamos honestos, os filmes da IMF são direccionados para shoot first and ask questions later.