Sleepy Hollow T.4

A temporada anterior de Sleepy Hollow foi uma completa desilusão, o que terá forçado a necessidade de realizar mudanças profundas. Por esse motivo, é formada uma nova equipa, que conta com a agente Diana Thomas, Jake e Alex, os agentes encarregues de supervisionar The Vault, uma gigantesca biblioteca de conteúdos sobrenaturais.

O vilão é Malcolm Dreyfuss, um bilionário da tecnologia, que procura a Pedra Filosofal, com o intuito de se tornar imortal. O seu braço direito é Jobe, um demónio com poderes extraordinários e que tem uma missão específica (spoilers) que vai permanecer omissa neste artigo.

Ichabod Crane continua a sua missão de derrotar o Mal, contando ainda com a ajuda de Jenny Mills. A escolha para a segunda Testemunha é curiosa, conferindo uma dinâmica diferente à série, mas que funciona muito bem.

Diria aliás que esta quarta temporada foi uma lufada de ar fresco, conseguindo cativar a minha atenção, principalmente pelo facto de se ter mantido fiel aos princípios básicos que fizeram a primeira temporada ser tão fascinante. O humor continua presente, assim como o desenvolvimento de personagens e claro, um vilão competente.

Pena que o esforço tenha sido inglório, dado que a série foi cancelada, o que não me surpreende, face à catastrófica terceira temporada.

Sleepy Hollow T.3

A narrativa inicia alguns meses após os eventos do final da segunda temporada, com Abbie a integrar o FBI e Crane a tentar obter a cidadania americana. Por entre alguns momentos cómicos, ficamos a saber que Pandora pretende libertar The Hidden One, um Deus antigo que pretende terminar com o Mundo como o conhecemos (inesperado, certo?).

A equipa é reforçada com a presença de Joe Corbin e Sophie Foster, que passam a fazer parte integrante desta batalha, que vai mudar por completo a dinâmica de Sleepy Hollow. Apesar das tentativas de ligar a narrativa com os eventos passados, a “história” de Betsy Ross é insuficiente para cativar a minha atenção. No que diz respeito aos vilões, gosto da presença de Pandora, embora o The Hidden One tenha ficado aquém das expectativas.

Existem muitos episódios soltos, sem grande relevância para a história, tornando esta terceira temporada fraca e sem grandes motivos de interesse. Confesso que em determinadas ocasiões fico com a sensação que os próprios argumentistas tiveram dificuldade em decidir o que fazer com algumas personagens.

Os últimos episódios melhoram substancialmente, embora discorde de várias decisões que foram tomadas. Está ainda por confirmar a quarta temporada mas caso venha a tornar-se realidade, temo que possa ser ainda inferior ao que foi apresentado nestes dezoito episódios.

Como tal, e em seguimento dos argumentos acima indicados, apenas recomendo esta temporada a quem efetivamente tem seguido a narrativa e as aventuras de Crane e Abbie.

Sleepy Hollow T.2

A segunda temporada desta série aborda a fuga do Purgatório, assim como a luta entre Crane e o seu filho. Temos igualmente a chegada do Cavaleiro da Guerra, tornando a missão das Testemunhas ainda mais complicada. Com o desenrolar da temporada, os aliados vão sendo cada vez menos e a relação entre Crane e Abbie vai ser testada.

No global, a temporada é interessante, com uma narrativa fluida e que culmina com algumas decisões “previsíveis”, face ao desenvolvimento das personagens. Há que destacar a participação de John Noble, que dá um toque de qualidade a Sleep Hollow, assim como ás constantes referências históricas, que estão muito bem adaptadas.

Torna-se complicado divulgar a minha opinião na íntegra, dado que estou a evitar spoilers, mas recomendo sem dúvida que vejam esta série, embora confesse que fiquei com algumas reservas para a terceira temporada, que entretanto já estou a visualizar. Molloch é inequivocamente um adversário épico, conseguindo elaborar um plano que visa a sua passagem para a nossa realidade, conquistando o Planeta e destruindo tudo à sua passagem.

Posso adiantar-vos que na terceira temporada, a vilã é interessante (Pandora) e que vai colocar os nosso heróis em situações muito complexas, em que vão ter de enfrentar alguns dos seus medos mais profundos.