The Queue

É francamente impressionante a falta de tempo que tenho para me dedicar a algo que adoro: explorar o mundo dos videojogos. De forma a melhorar a minha gestão de tempo, criei uma bucket-list, que apelidei carinhosamente de “The Queue”.

Recentemente, tive a oportunidade de debater este conceito via Twitter, com o estimado Dextro. Sem mais demoras, eis o extenso cardápio de jogos a terminar.

Evolução?

O meu historial com jogos de computador remonta ao fim da década de 80, sendo justo afirmar que a evolução tem sido exponencial. Passámos de jogos com funções básicas para complexas personagens, programadas para evoluir e testar o mais astuto jogador.

A nível de plataformas, a evolução foi igualmente notória, com o modo online a aumentar a interactividade e longevidade dos jogos. Mas existe algo que ao fim de todos estes anos me continua a fazer extrema confusão. Passo a explicar:

Numa era em que são lançados grandes títulos faz sentido continuamos a receber jogos com ideias pré-concebidas de há uma década atrás?  Um aviso de game over torna-se particularmente frustrante e diminui a experiência do jogador, que acima de tudo pretende completar com sucesso o desafio que lhe foi apresentado.

Outra “funcionalidade” que me irrita profundamente são os check points. Quantas vezes teremos de morrer e recomeçar o nível, subindo a tensão arterial para níveis perigosos? É assim tão complicado recomeçar do ponto onde fomos derrotados?

Recomeçar não melhora a experiência, bem pelo contrário, correndo o risco de retirar interesse ao jogador.  Não deixa de ser curioso que com todo o avanço registado nos últimos quinze anos, continuemos a seguir regras antiquadas e que na minha opinião, já não fazem qualquer sentido.

Mas o mais importante é saber a vossa opinião. Concordam com este artigo? Partilham da minha frustração ou consideram os check points e o game over como uma forma de desafio?

Stenches

Todos nós sabemos que os zombies já tentaram dominar o Mundo em diversas ocasiões.  O que certamente desconheciam era o facto de os alemães terem sido os primeiros aliados destas criaturas errantes. O objectivo do jogo é ajudar as tropas britânicas a derrotar os alemães e a ameaça zombie, num cenário da 2ª Guerra Mundial.

Para tal, contamos com várias unidades beligerantes, cada uma com habilidades específicas. Somos presenteados com três modos de jogo: Wave, Distance e Multiplayer, dividos em três níveis de dificuldade, num total de 200 missões, o que é excelente para uma app gratuita. Stenches é uma variação do original Trenches, mas consegue manter a qualidade, tornando-se ainda mais épico quando utilizado no iPad.

Recomendo vivamente que façam o download, que volto a frisar é gratuito, preparando-se para horas de diversão. Caso estejam num dia mau, sugiro o modo Multiplayer, onde podem tomar o lado dos zombies.