Lisboa Games Week 2019

Pelo sexto ano consecutivo marquei presença na LGW, que continua a ter a FIL como palco central. O evento ocupa (uma vez mais) dois pavilhões e aglomera experiências de realidade virtual, palestras, workshops, torneios de eSports, divulgação de títulos indie e os inevitáveis blockbusters da Sony, Microsoft e Nintendo.

Na edição deste ano, houve poucas novidades no que diz respeito a expositores mas parece-me sempre importante destacar a presença da Nostalgica, que apresentou um stand diferente e com algumas componentes didácticas. Como vem sendo habitual, a faixa etária entre os 14-18 compareceu em força, ocupando a maior parte dos espaços dedicados a merchandising e lançamento de novos títulos.

Continua a ser fácil circular pelo recinto e assistir a torneios ou experimentar alguns jogos de tabuleiros, desde que evitem o fim de semana, que é claramente o pico da exposição. Na edição deste ano confesso que não encontrei muitos projetos do meu agrado, com excepção de A Horde Too Many, um título indie desenvolvido em Portugal e que aparenta ter enorme potencial.

Espalhado pelos dois pavilhões podem igualmente encontrar vários stands dedicados exclusivamente ao merchandising, com destaque para temas como Anime e Funko Pop, assim como alguns adereços de filmes da MCU e de outras franchises da cultura pop.

No global, a LGW é uma experiência interessante, embora tenha ficado com a clara sensação que a edição deste ano poderia ter apresentado mais diversidade. Talvez seja o facto de marcar presença em vários eventos semelhantes ao longo do ano mas, para mim, faltou o wow factor na edição de 2019.

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Lisboa Games Week 2018

O mês de Novembro marca a celebração da Lisboa Games Week, um evento que consagra a indústria dos videojogos e as suas inúmeras vertentes, dos quais destaco o retro gaming e o eSports, que me parecem representar de forma mais clara os pólos opostos.

Esta edição decorreu entre 15 e 18 de Novembro, ocupando dois pavilhões da FIL e proporcionando experiências diferentes em cada um dos dias. A minha visita decorreu na sexta-feira, cujo programa incidiu em dois torneios (FIFA e Fortnite) e vários sessões/palestras de robótica e game design.

Para além das atividades acima indicadas, existiram os habituais meet and greet com vários Youtubers nacionais, sem esquecer as diversas zonas comerciais e de restauração. Em termos de organização, a LGW é sem dúvida uma referência, sendo bastante simples circular pelo espaço e usufruir das diversas experiências.

No que diz respeito ao recinto, destaque para a zona retro, que continua a proporcionar uma experiência única, sendo um dos meus espaços de eleição. Nota igualmente muito positiva para a zona reservada aos jogos indie, que permitiram ao público tomar conhecimento de projetos como La Mulana 2 e John Mambo, entre muitos outros.

Para os adeptos de diversidade, não podia faltar o cosplay, as sessões de wrestling e algumas experiências radicais que se encontram disponíveis ao longo dos dois pavilhões, sem esquecer a possibilidade de testar os videojogos mais recentes e adquirir alguns produtos de gaming a valores mais competitivos.

No entanto, nem tudo são rosas. Sinto que esta edição sofreu do “síndrome Comic Con”, que pela primeira vez se realizou em Lisboa e condicionou, na minha opinião, a presença de alguns dos expositores habituais. Esta foi a minha quinta presença neste evento e senti que o espaço estava mais vazio, o que é desapontante, sobretudo se pensarmos que o bilhete deste ano subiu para os 12 euros.

Para terminar, quero apenas salientar que a LGW continua a ter a minha confiança, embora existam claros pontos de melhoria. Apesar de compreender a necessidade de rentabilizar o evento e agradar aos patrocinadores, é fundamental não esquecer a essência deste evento, que passa por divulgar projectos e promover a troca de ideias e inovação da indústria de videojogos no nosso cantinho à beira mar plantado.

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Lisboa Games Week 2017

Pelo quarto ano consecutivo estive presente na LGW, que uma vez mais teve a FIL como palco. Estamos perante um evento que tem crescido exponencialmente, com presenças recorrentes da Nintendo, Sony e Microsoft, mas que tem conseguido equilibrar as restantes componentes.

Na edição deste ano voltamos a contar com os habituais espaços de retro-Gaming, simuladores, arcade e pinball, aliados ás tecnologias mais recentes em termos de hardware para PC e a incontornável realidade virtual.

Podem igualmente assistir aos habituais torneios de FIFA, CS e League of Legends e participar na competição de Cosplay. Pelo meio, existem vários espaços onde podem degustar iguarias típicas de um gamer, assim como ingerir bebidas energéticas, enquanto realizam compras nas várias lojas que estão representadas pelos dois pavilhões.

Se precisam de algo mais animado, recomendo a zona dos drones, onde podem assistir a alguns truques ou, em alternativa, a RoboParty, onde temos batalhas entre robots, ao bom estilo de BattleBots.

Por último, temos a presença de várias caras conhecidas do YouTube nacional, que conseguem angariar verdadeiras multidões para um autógrafo. Pessoalmente, gostei do evento deste ano, que conseguiu juntar diversidade, animação e manter um ritmo adequado para tornar a visita numa experiência agradável e que possa ser aproveitada por todos.

O público alvo é extremamente jovem mas existiu uma presença importante de outras faixas etárias, associado a projectos indie e zonas retro, que este ano tinham a limitação de cinco minutos de jogo. Convido-vos a partilhar a experiência, caso tenham estado presentes e resta-me recomendar o evento, que terá nova edição em 2018.

Para terminar, a habitual galeria de fotos com alguns dos pontos de interesse.

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