iPhone 11

Como sabem, sou um utilizador de produtos Apple há mais de uma década. Um dos pontos que me agrada é a robustez e qualidade de construção, que resultam numa durabilidade acima da média. Estou longe de recomendar que todos enveredem pelo caminho da , mas recomendo sempre que considerem a alternativa, embora, como em tudo na vida, existam prós e contras.

O objetivo deste artigo é partilhar a mais recente experiência, resultado da aquisição do novo iPhone 11. Inesperadamente o display do meu velho, mas fiável iPhone 6 Plus sucumbiu, criando a oportunidade para renovar o meu equipamento móvel. Confesso que não foi uma escolha fácil, dado que o preço é extremamente elevado, mas após medir o impacto financeiro e a relação qualidade/preço, acabei por aproveitar uma promoção de um conhecido site nacional de tecnologia e eletrodomésticos.

Estou a utilizar o novo iOS há cerca de duas semanas e estou francamente satisfeito com a rapidez do software e a qualidade das fotos, sobretudo no modo nocturno. A rapidez do processador é notável e a autonomia de bateria permite uma utilização prolongada, mesmo com software mais exigente.

Acabou por ser uma prenda de aniversário para mim próprio e o meu Instagram agradece o aumento significativo de qualidade nos momentos que vou capturar nos próximos anos.

Tweeterhead Wonder Woman 1/6

Após o sucesso da primeira adição na escala 1/6 a escolha recaiu noutra peça da Tweeterhead, da coleção Super Powers.

Desta vez, optei pela Wonder Woman, uma peça fantástica, esculpida por Jack Matthews e que segue a linha clássica da DC, que é bastante do meu agrado.

Gosto particularmente da base, que tem um nível de detalhe assinalável, assim como da pintura e anatomia da estátua, que culmina numa pose dinâmica que resulta muito bem. As dimensões são adequadas para a escala, com 35 centímetros de altura e aproximadamente 45 de diâmetro.

Como habitualmente, partilho algumas fotos e posso adiantar que já escolhi a peça seguinte, da autoria da PCS.

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Detective Pikachu

Tenho estado lentamente a colocar em dia o meu backlog de cinema e séries. Nessa lista, constava a visão de Rob Letterman acerca do universo Pokémon. A narrativa revela-nos um mundo em que a Humanidade vive e trabalha em harmonia com estas criaturas, sem nunca entrar em detalhes acerca da sua génese ou origem.

Harry Goodman é vítima de um acidente de viação, com alguns contornos inexplicáveis, o que leva a que o seu filho Tim inicie uma investigação, em parceria com o Detective Pikachu, antigo parceiro do seu pai. Esta aventura vai levar os nossos heróis a tentar juntar as peças do puzzle, que envolvem uma estranha substância e uma conspiração que envolve as mais altas patentes de Ryme City.

O CGI e o universo criado é soberbo, sem cometer o erro de ostracizar quem desconhece o lore de Pokémon. Ryan Reynolds é claramente a âncora da narrativa, realizando de forma perfeita a simbiose entre as cenas de ação e a comédia inerente.

O elenco de Detective Pikachu é complementado com dos nomes de peso, Ken Watanabe e Bill Nighy, que conferem o elemento de seriedade que torna este filme numa experiência agradável, apesar de não ser deslumbrante. Se procuram um filme divertido e sem compromisso, esta é sem dúvida uma excelente escolha.

Mediano
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