No episódio de hoje o grande objetivo é manter-me na liderança do campeonato e terminar esta primeira fase do DLC referente ao imortal Ayrton Senna.
Supergirl T.6
Conforme referi no artigo anterior, Lex Luthor está longe de considerar-se derrotado e consegue escapar à prisão, utilizando a plataforma Obsidian. Adicionalmente, vai obter os poderes dos membros da Leviathan, na tentativa de destruir todos os que se opõem à sua vontade. Após uma batalha na Fortaleza da Solidão, Kara é enviada para a Zona Fantasma, dando início a um arco narrativo que vai suportar esta derradeira temporada.
A equipa vai criar um plano para salvar a nossa heroína, contando com a ajuda de M’Gann e Lena Luthor. A primeira tentativa revela-se catastrófica, libertando Fantasmas para a Terra, o que vai causar dificuldades imprevistas e atrasar substancialmente o resgate. Na Zona Fantasma, Kara vai encontrar o seu Pai, Zor-El e uma princesa da quinta dimensão, NyxlygsptInz, que se encontra exilada.
Previsivelmente, Kara e o seu Pai são resgatados, permitindo que NyxlygsptInz escape de forma clandestina, a bordo da nave. Ficamos mais tarde a saber que o seu objetivo é conquistar o Universo e vingar-se do seu Pai, que foi o responsável pelo exílio. A componente principal desta temporada é a magia, assente numa lógica de 6 totems, que quando combinados formam uma arma de poder incomparável.
Vamos ter viagens no tempo, o regresso de Winn Schott , Cat Grant, James Olsen e uma parceria improvável entre Lex Luthor e NyxlygsptInz, naquela que para mim é das temporadas mais fracas de Supergirl. Na minha opinião, a segunda e terceira temporadas são claramente as mais fortes, embora a adição de Lex Luthor e da Leviathan tenha sido uma lufada de ar fresco.
Para quem assumiu o compromisso de levar esta série até ao fim, penso que ficarão agradados com o desfecho, embora existam vários pontos com os quais discordo, mas esse é um desafio que lanço aos leitores. Caso estejam interessados em debater esse tópico, utilizem a caixa de comentários para o efeito.
F9
Dominic Toretto está de regresso para uma nova aventura, que se encontra ligada ao seu passado. Como habitualmente, o foco principal é a família, mais especificamente o regresso do seu irmão Jakob. Passaram dois anos desde o embate com Cypher e tudo aparenta estar a correr bem, até ao momento que Mr Nobody envia um vídeo em que se confirma a fuga da hacker, graças á intervenção do seu irmão.
A partir desse momento e ao bom estilo da franquia, vamos ter cenas de testosterona pura, que envolvem acrobacias impossíveis com veículos e inclusivamente uma ida ao espaço. Esta saga foca-se no entretenimento, atingindo o expoente máximo neste nono filme, combinando algum humor com ação constante.
A narrativa é francamente previsível e as interpretações são dentro da linha habitual. F9 conta com o elenco tradicional (Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Ludacris, Jordana Brewster), complementado com Charlize Theron, Helen Mirren e Kurt Russell.
Sem entrar em detalhe, temos igualmente o regresso de três personagens relevantes, num filme que garante diversão durante 143 minutos. Na minha opinião, F9 é um dos filmes mais fracos da saga, assente numa narrativa fraca e que tem um terceiro acto muito apressado e com um desfecho pouco satisfatório.
Dito isto, ficamos a um filme da conclusão da saga, que deverá ser disponibiilizado em 2024 e que conta com Brie Larson e Jason Momoa.