Skullcandy Wireless Uproar

No final de 2017 tomei a decisão de adquirir uns headphones wireless, que me permitissem alguma mobilidade. Estou extremamente satisfeito com os meus Audio Technica ATH-M50x mas necessitava de uma alternativa, mais focada para a audição de música e que fossem bastante acessíveis em termos de custo.

Após alguma pesquisa, optei por um valor abaixo dos 50 euros e deparei-me com duas alternativas: Skullcandy Uproar e Creative Sound Blaster Jam. A escolha acabou por recair nos Uproar, que foram adquiridos novos, por 38 euros.

Estamos perante um produto que face ao seu preço tem um qualidade de construção bastante interessante, apesar de ser essencialmente plástico. Posso igualmente confirmar que são extremamente confortáveis, mesmo após largas horas de utilização, resultado da proteção em espuma que se encontra no topo dos headphones. Em termos de bateria, podem contar com cerca de 10 horas, o que é bastante aceitável, sendo que podem recarregar via micro USB.

Se pretendem uma solução económica e que vos disponibiliza conforto e uma qualidade de som bastante aceitável, sugiro-vos este produto. Caso tenham possibilidade de investir um valor superior, recomendo a linha SoundLink da Bose ou os produtos da Ausdom.

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Steredenn Ep.1

Este título indie foi desenvolvido pela Pixelnest Studio e é essencialmente um roguelike-shmup, que nos permite utilizar um leque de 35 armas diferentes. Como vão poder facilmente constatar, está longe de ser fácil e implica uma estratégia refinada na escolha. Diria que o essencial é escolher duas armas que se complementem, ou em alternativa, um escudo.

Chega de falar e vamos à acção! 🙂

Tomb Raider

A saga Tomb Raider faz parte da história dos videojogos, tendo sido imortalizado por Angelina Jolie, em dois filmes medianos mas repletos de cenas épicas. Em 2013, a Square Enix entregou o reboot da franchise à Crystal Dynamics, que lançou, na minha opinião, um dos melhores jogos dos últimos anos. A aposta recaiu numa abordagem mais “real”, em que acompanhamos a evolução da personagem à medida que os eventos se vão desenrolando.

É precisamente com essa premissa que Alicia Wikander é convidada a interpretar uma jovem Lara, que procura desesperadamente uma identidade após a perda do seu Pai. O primeiro acto do filme serve como introdução ás várias personagens, mostrando uma jovem frágil, céptica e que parece não se encaixar no mundo que a rodeia. Tudo se altera a partir do momento em que aceita viajar até ao Mar do Diabo (ou triângulo do Dragão), em busca do túmulo de Himiko, a mística Rainha do Japão que alegadamente teria poder sobre a vida e morte.

Com a ajuda de Lu Ren (Daniel Wu), a nossa jovem heroína vai naufragar muito próximo da ilha, sendo aprisionada por um estranho grupo de militares, que trabalham para uma organização denominada como Trinity. Segue-se uma série de acontecimentos, que vão marcar e criar a necessidade de mudança, levando à génese do que conhecemos como Lara Croft.

Sem colocar spoilers, posso confirmar que existem alguns paralelismos entre a narrativa do jogo e do filme, embora sejam duas experiências distintas. Destaque para as participações de Dominic West (Lord Richard Croft) e Walton Goggins (Mathias Vogel), que conferem uma dinâmica fantástica, cativando o interesse do espectador.

Alicia Wikander consegue incorporar quase na perfeição o conceito da nova Lara Croft, sendo que no geral, Tomb Raider é um filme competente, que relança a franchise e abre portas para uma sequela.

Recomendo uma ida ao cinema se pretendem investir duas horas num bom filme de ação, que conta com a participação especial de Nick Frost, num papel que acaba por ser relevante (aguardem pela cena final).