Sobre Hugo Cardoso

Membro da fantástica colheita de 1978. Utilizador de . Adepto do SLB, LA Lakers e Colorado Avalanche. Entusiasta de Retro Gaming, Cinema e BD. Colecionador de Estátuas na escala 1/6. Fã #1 de Muttley, o podengo.

Game of Thrones T.6

Após os inesperados eventos na Muralha e com o auxílio de Ser Davos e Melisandre, Jon Snow regressa ao mundo dos vivos, com a prioridade de reunir um exército capaz de derrotar The Night King. Como vem sendo hábito, a narrativa acompanha as várias facções, revelando as suas motivações e as decisões necessárias para alcançar os mais diversos objetivos.

No Norte, vamos continuar a acompanhar o treino de Brandon, que se irá converter no novo Third Eye Raven, necessitando para tal de realizar alguns sacríficios pessoais. Em King´s Landing, o aparecimento da ordem religiosa The Sparrows, vai colocar em causa a existência da realeza como a conhecemos. Cersei, uma vez mais, vai demonstrar-nos toda a sua frieza e calculismo, após uma série de eventos humilhantes e que a forçam a realizar escolhas impossíveis.

Tarly inicia a sua viagem para se converter num Maester e encontrar forma de derrotar os White Walkers, enquanto em Braavos, Arya inicia o seu treino com Waif. Finalmente, Sansa chega a Castle Black, onde se vai reunir com Jon Snow, que abdica do seu juramento e marcha para Winterfell, na tentativa de resgatar o seu irmão Rickon, que se encontra prisioneiro de Ramsay Bolton.

Danerys continua a sua demanda pelos escravos, derrotando os Mestres que atacam Meereen, com a preciosa ajuda dos seus dragões, que atingiram a maturidade. Após essa batalha, a decisão de partir para Westeros é tomada, com o objetivo de conquistar o Trono de Ferro.

Voltando ao Norte, Jon Snow, Davos e Sansa recrutam os Wildwings e a Casa Mormont para a batalha dos bastardos contra Ramsay. Sem colocar spoilers, preparem-se para muito sangue e uma dramática aliança, que irá virar o resultado final da batalha a favor de Jon.

Ficamos ainda a saber que Jon Snow é filho de Lyanna, irmã de Ned Stark, após uma visão de Brandon, imediatamente antes de existir um ataque brutal do Night King. Tarly chega finalmente à cidadela de OldTown e a temporada termina como uma decisão brutal de Cersei Lannister, que consegue eliminar a ordem religiosa, ao não comparecer ao seu julgamento no Ceptro de Baelor.

Finalmente… a Bartop!

Há sensivelmente seis anos e meio atrás, adquiri um iCade, para colmatar parte da minha nostalgia dos salões de jogos, embora tivesse consciência, de antemão que seria meramente uma solução provisória. Em consequência, desde essa altura que tenho procurado uma solução definitiva, que respeitasse o meu (limitado) orçamento.

Explorei a alternativa de um PiCade, após uma visita à LGW, assim como a Arcade 1Up e até a AT-Games Cabinet, mas acabei por não ficar totalmente convencido. Tendo em conta o espaço disponível, comecei a considerar seriamente uma bartop de 1 jogador, em detrimento do que tinha concebido inicialmente.

Há cerca de dois meses, de forma completamente aleatória, tomei conhecimento da Gamestation, uma loja que se dedica à compra e venda de jogos retro, assim como à criação/design de Arcade e Bartop. Após algum diálogo com Milton, o proprietário do espaço, realizei a encomenda de uma mini bartop (1jogador) e o resultado final é o que podem constatar na galeria abaixo.

O hardware utilizado é o Raspberry Pi 3, num écran de 9.4 polegadas e com o software Recalbox, que disponibiliza uma skin retro fantástica e que se adequa ao tema escolhido. Inicialmente estava direccionado para uma artwork que combinasse Milipede, Centipede e Donkey Kong mas optei pelo clássico Pac-Man, com uma aposta num design muito clean e simples, que resultou de forma fantástica, na minha opinião.

Estou extremamente satisfeito com o resultado final e posso finalmente afirmar que tenho a minha própria arcade em casa (mais um objetivo alcançado). A qualidade final do produto é extremamente satisfatória, permitindo horas de diversão com os 5000 jogos incluídos, distribuídos por uma panóplia de 14 consolas/handheld e MAME.

Tendo em conta que o sistema é open-source, há sempre espaço para upgrades, o que representa uma mais valia adicional. Confesso que estou muito satisfeito com o resultado final e gostaria imenso de ouvir a vossa opinião sobre este tema. São fãs de retro arcade? Sentem essa nostalgia ou fazem parte da geração que cresceu com as consolas?

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