Pirates of the Caribbean: Dead Man´s Chest

Há algum tempo que aguardava ansiosamente pelo regresso das aventuras do Capitão Jack Sparrow, pelo que este era mesmo um filme a não perder. Tem a vantagem de manter todas as estrelas do seu predecessor, contudo perde no facto de ser a primeira parte de uma sequela, pelo que teremos que aguardar por 2007 , altura em que sairá At World´s End.

Apesar do mega resultado em termos de bilheteira, considero esta primeira parte mais fraca do que original. Entramos num mundo mais dark e substancialmente mais direccionado para o fantástico. Somos “bombardeados” com informação referente ás personagens e efeitos especiais de muita qualidade, que são no entanto insuficientes para atingir o patamar do primeiro filme.

Para terminar, há que destacar (mais) uma excelente interpretação de Johnny Depp e sugerir que aguardem pelos créditos finais dado que há uma cena escondida.

X-Men 3 : Last Stand

Sou um fã dos X-Men embora não tenha conseguido acompanhar toda a história, até porque não era nascido em 1965 quando Stan Lee e Jack Kirby resolveram criar este fenómeno. Adorei os dois filmes anteriores, que são de longe os melhores baseados em BD (sem esquecer Batman I e Batman Begins).

Neste terceiro episódio, o realizador mudou e isso preocupou-me dado que Brett Ratner privilegia as cenas de acção o que poderia afectar a profunidade das personagens (o grande segredo de sucesso dos filmes). Em Last Stand são apresentados novos heróis: Dr. Hank McCoy/Beast, Cain Marko/Juggernaut e Warren Worthington III/Angel. Tem efeitos especiais fantásticos, cenas de acção empolgantes mas em relação aos dois anteriores falta algo que nos catapulte para o nível seguinte.

É abordado o regresso de Jean Grey/Fénix e a luta entre mutantes para evitar a proliferação de um remédio que curaria essa condição. Não vou colocar spoilers mas posso dizer-vos que a história fica em aberto podendo existir um X4 ou o fim de uma trilogia muito bem conseguida. Fica no entanto a sensação de que podia ter sido melhor… havia certamente material para isso.

Código Da Vinci

Em primeiro lugar convém referir que não li o romance de Dan Brown pelo que fui ás escuras (belo trocadilho) para a sala de cinema.

Ouvi de muitos dos meus amigos “entendidos” na matéria que a escolha dos actores foi má e de que o filme seria muito fraco. Obviamente que a magia do livro é que nos catapulta para um mundo próprio, em que criamos a nossa realidade e idealizamos as personagens.

Com o meu habitual cepticismo fui ver este blockbuster e não desgostei. Não é uma obra prima, aliás sem querer colocar spoilers rapidamente chegam à conclusão de quem é o mau da fita.

A história é polémica e aborda a eterna busca da verdade acerca da Igreja Católica e os seus mais profundos segredos. Robert Langdon (Tom Hanks) tem de procurar o Santo Graal, seguindo as pistas deixadas pela obra de Leonardo Da Vinci, contando para tal demanda com a ajuda de Sophie.

Jean Reno, Alfred Molina e Ian Mckellen, entre outros, dão o contributo ao filme que é no seu geral cativante. Não tenho a perspectiva do livro o que provavelmente me ajudou na “aceitação” da história.