Twitter vs Facebook

Como grande entusiasta do formato de microblog, aderi ao Twitter sem hesitação, mas permaneci céptico em relação ao Facebook, por vários motivos. Após alguma insistência, aderi ao serviço em Abril deste ano e, como prometido, vou partilhar a minha opinião.

Apesar de todas as melhorias no Facebook a nível de funcionalidades e segurança, continuo a não estar convencido. Essencialmente utilizo essa rede social para promover o blog e acompanhar os projectos musicais de alguns dos meus amigos. O único ponto verdadeiro épico foi o (re)encontro online com alguns amigos e conhecidos que não via há largo tempo.

O verdadeiro bombardeamento de jogos e aplicações é algo que me irrita profundamente e o nível de segurança deixa muito a desejar. Nunca tive tanto a sensação de Big Brother e quem me conhece sabe que é algo que odeio. No fundo, reconheço que o Facebook é uma excelente ferramenta para divulgar e promover este espaço mas a nível pessoal não me cativou o suficiente para o utilizar de forma assídua.

No que diz respeito ao Twitter, posso acrescentar que estou ainda mais viciado do que há dois anos atrás quando aderi. A possibilidade de interagir on the go com os meus amigos e followers é uma mais valia. O facto de existir o limite de 140 caracteres torna o serviço espontâneo e divertido. Paralelamente existe a possibilidade de complementar os tweets com third party apps, das quais destaco o Gowalla, Twitpic e Yfrog. O facto de o Twitter ser utilizado numa óptica de mobilidade permite uma maior interacção e cumplicidade entre a comunidade, como se pode facilmente comprovar com o Twitllis e outras iniciativas.

Para concluir, gostaria apenas de esclarecer que não sou um fanboy do Twitter. Apenas considero que essa rede social vai de encontro ao meu perfll de utilizador, ao invés  do Facebook, que representa muito do que não gosto na internet. Gostaria bastante de ouvir a vossa opinião sobre o tema: utilizam ambos os serviços, abominam o Twitter ou idolatram o Facebook?

RockMelt

Há cerca de uma semana que estou a utilizar o RockMelt, o novo browser criado especificamente para melhorar a experiência de navegação/interacção com as redes sociais. Essencialmente permite ao utilizador a consulta online das actualizações dos amigos, sem necessidade de mudar o tab ou página. Quem utiliza o Safari ou Firefox utiliza plugins para replicar o efeito, mas a equipa de desenvolvimento deste produto promete melhorar a experiência. Eis o vídeo com a demo do browser:

A minha experiência até ao momento é satisfatória mas não me persuadiu a abandonar o Safari. Confesso que não sou um grande entusiasta do Facebook, o que se torna um problema, dado que este browser requer autenticação e login nessa rede social para poder ser utilizado. Testei inúmeros sites e mantive vários tabs abertos de forma simultânea, sem ter notado perda de eficácia na navegação, o que é de salutar. Em termos de memória RAM, o RockMelt não é guloso e integra de forma não intrusiva os updates e convites que recebemos dos nossos amigos.

É uma realidade que estamos na fase inicial do browser e acredito que possa melhorar substancialmente, mas pesando os prós e contras permaneço um fã do Safari. Mas continuarei a utilizar o RockMelt, na expectativa de que atinja o nível de hype que gerou. Quem estiver interessado em utilizar, necessita apenas de aceder ao site oficial e solicitar um convite.

O jogo do ano?

Os meus tempos de gamer já passaram, mas sempre que possível gosto de me viciar. Devido ao meu escasso tempo livre, acumulei cerca de uma dezena de jogos para explorar. Durante os próximos meses, o meu grande objectivo é terminar alguns desses títulos e publicar a minha opinião nalguns artigos do blog.

Mas antes de o fazer, pareceu-me relevante falar-vos de dois jogos: Super Meat Boy e Minecraft. O primeiro é um jogo de plataformas, mas com um (grande) twist. Quem segue o mundo dos jogos indie, reconhece certamente o título. É altamente viciante e podem adquirir para Xbox e PC, estando igualmente prevista uma versão para Mac até ao final do ano.

O segundo jogo foi desenvolvido por um geek norueguês e consiste na exploração de um mundo 3D, que pode ser totalmente reestruturado pelo jogador. O objectivo começa por algo simples, como evitar os zombies e construir um abrigo, mas como vão poder comprovar é extremamente denso e com potencial quase ilimitado. O frenesim é tal, que foi criada uma Wiki para o efeito.

Com estas duas sugestões, concluo este artigo e passo a dedicar-me a God of War. 😉