Rick and Morty T.3

A terceira temporada de Rick and Morty inicia com a conclusão do gigantesco cliffhanger, no episódio denominado The Rickshank Redemption. A dinâmica familiar muda drasticamente (sem spoilers), o que causa disrupção e episódios absolutamente épicos.

É nesta temporada que acompanhamos aventuras como Pickle Rick, Vindicators 3: The Return of Worldender e The Rickchurian Mortydate, que são alguns dos meus episódio preferidos de sempre.

O humor negro, as piadas moralmente incorrectas e o sarcasmo habitual continuam a ser uma constante, mantendo a qualidade num nível elevado.

Volto a dizer que Rick and Morty não é uma série para todos, mas é deliciosamente irresistível para mim, pelo que continuarei este blog para divulgar este projeto da autoria de Dan Harmon e Justin Roiland.

Convido os leitores deste espaço a partilhar a opinião, independentemente de serem fãs desta série de animação.

Spawn T.1

Com a chegada a HBO tenho a oportunidade de revisitar Spawn, a mais popular criação de Todd McFarlane. A temporada inicial narra a criação de Hellspawn, mais especificamente o ex-Marine Al Simmons, que era um assassino especialista em missões secretas.

Após ser morto, em circunstâncias suspeitas, faz um acordo com o demónio Malebolgia para regressar à Terra, para junto da sua esposa Wanda. Como expectável, acaba por ser enganado no pacto, regressando ao mundo dos vivos cinco anos mais tarde, habitando um cadáver em decomposição, coberto por uma capa vermelha.

Lentamente, Simmons começa a ter flashes da sua morte e constata que Wanda seguiu com a vida, tendo casado com o seu melhor amigo. Ao compreender que jamais conseguirá voltar à sua vida, aceita o seu destino como Spawn e utiliza os seus poderes para proteger a família e descobrir o responsável pela sua morte.

Esta série de animação é de 1997 mas apresenta uma narrativa interessante, com muita violência. Caso sejam fãs de McFarlane, recomendo que invistam algum do vosso tempo.

Final Space T.2

Atrevo a dizer-me que Final Space foi a maior surpresa de séries de animação dos últimos anos. Claro que esse hype colocou uma responsabilidade enorme na segunda temporada, que apesar de ter muitos pontos positivos, é claramente inferior.

A narrativa retoma os eventos que resultaram no desaparecimento de Quinn e colocam o nosso herói numa corrida intergaláctica, com o objetivo de conquistar a sua liberdade (hummm, algo me soa a familiar).

Existem inúmeras alterações na equipa, com a adição de uma nova IA (Ava), a bordo da nave Crimson Light, que é tripulada por Clarence, Fox, e Ash. De regresso estão Little Cato, HUE, KVN, Mooncake e Nightfall, que irão ajudar Gary nas inúmeras aventuras desta temporada.

Preparem-se para novos inimigos, assim como para a redescoberta do passado de Gary, com revelações bombásticas e que serão relevantes para a narrativa. Os momentos cómicos continuam a cargo de Tribore, KVN e HUE, que são sublimes nessa tarefa mas a realidade é que a confusão narrativa dos primeiros episódios acaba por retirar alguma qualidade à temporada.

No entanto, parece-me importante ressalvar que os últimos episódios são muito bons, lançando a premissa para a inevitável batalha que irá ocorrer na terceira temporada, que deverá estrear em setembro de 2020.

Para concluir, recomendo que não desistam de Final Space nos primeiros episódios, dado que a segunda metade é francamente melhor e lança uma série de ideias que serão relevantes para os eventos futuros.

E claro, Gary continua a ser hilariante, embora num tom mais sério em alguns momentos.