O supra sumo dos gadgets

É justo afirmar que devo ter comprado o iPod mais caro da história e acreditem que não estou a exagerar. Juntamente com o gadget veio um carro (o que explica a minha afirmação). Após oito anos, o meu velho Clio foi substituído: ficam as recordações e espero sinceramente que o novo dono o trate bem. Quanto ao meu novo veículo nada a apontar. No entanto é curioso como muitas marcas estão a aderir à “moda” do Mp3. Se a memória não me falha foi a Mercedes a pioneira e neste momento já existem mais três marcas com oferta semelhante.

Mas falemos concretamente do Ipod: é bom, simples e como referido por alguns defensores da Apple it works. O modelo que adquiri é o Nano de 2 gb que já me permite ter cerca de 500 músicas. O design é fantástico e a qualidade de som invejável. Para aguçar a febre consumista existem inúmeros extras que são comercializados a valores astronómicos.

Mas confesso que é um prazer visual ter um iPod: enche as medidas de qualquer um e é imbatível na facilidade de utilização (os menus são muito intuitivos). Pena que não esteja ao alcance de qualquer bolsa. Bem, vou ouvir mais um pouco de música. Fiquem bem.

E viva a tecnologia

Este Natal foi mesmo em grande. A febre do gagdet atingiu-me a comprová-lo tenho na minha mesa um Nokia Ngage QD (muito bom para jogos, como telemóvel esqueçam) e um leitor de mp3 da Creative.

No que diz respeito ao meu PC, após alguma ponderação, optei por renovar a minha máquina. O meu velhinho, mas funcional Pentium 3 foi substituído por um portátil da Acer. Não sendo um topo de gama, foi uma boa compra em termos de qualidade/preço.

Estou bastante satisfeito com o comportamento, pecando apenas na autonomia de bateria mas recuperando muito na mobilidade.