Mega Drive Mini

Uma das consolas que marcou de forma mais profunda a minha juventude foi sem dúvida a Mega Drive. As inúmeras horas de diversão e memórias, aliadas à proliferação das “mini consolas”, criou a necessidade e a Sega resolveu desenvolver internamente o projeto, o que tornou inevitável a aquisição da Mega Drive Mini.

Gostei particularmente da mini NES e SNES, pelo que a fasquia estava sem dúvida elevada. A pré-reserva foi realizada há vários meses e no passado dia 5 de outubro recebi a notificação para levantar a encomenda, algo que realizei no dia seguinte.

Tenho tido a oportunidade de testar o hardware e estou particularmente satisfeito: a emulação está bem conseguida, num produto que foi tratado com o respeito necessário e que a AT Games dificilmente conseguiria assegurar. Estão disponíveis 42 títulos, repletos de diversidade e que devem agradar à grande maioria dos compradores.

No meu caso, confesso que estou entusiasmado com a possibilidade de adicionar mais títulos, tais como Splatterhouse 2, MUSHA, General Chaos, Quackshot e Rocket Knight Adventures, para citar alguns.Os menus estão bem conseguidos, com as opções habituais (filtros, margens personalizáveis, estados de gravação) e a jogabilidade é excelente, com uma emulação competente em termos de som e lag.

Apesar dos vários prós, diria que o grande contra é o facto dos comandos não serem de 6 botões, algo que é essencial para títulos como Street Fighter e Virtua Fighter. A minha recomendação, para os fãs mais hardcore, é a aquisição da Tower of Power, que acrescenta aquele nível épico à experiência.

Como nota de rodapé e para concluir a minha opinião sobre este tema, diria que o saudosismo e a qualidade do produto final valem claramente o investimento. Para quem cresceu na década de 90 com a Mega Drive esta consola vai ser uma oportunidade de voltar atrás no tempo e reviver a mesma experiência, num contexto de alta definição.

This slideshow requires JavaScript.

Fiio E10k USB DAC

Estou muito longe de ser um audiófilo mas a realidade é que nos últimos tempos tenho vindo a sentir necessidade de realizar um upgrade em termos de qualidade de som. Assim sendo, defini um orçamento de 80 euros e resolvi adquirir um DAC, para maximizar o audio dos meus headphones.

Após alguma pesquisa, optei pelo Fiio E10K, da Olympus, que concilia performance com portabilidade, a um preço altamente competitivo (70 e 90 euros, consoante as promoções). A embalagem é simples e nada pretensiosa mas o equipamento é muito bem construído, com revestimento de alumínio, conectores de metal e uma qualidade de som excelente face ao investimento.

Se estão em busca do vosso primeiro DAC, sugiro que ponderem esta alternativa. Após vários meses de utilização, com os meus ATH-M50x e os BT 4.40 o resultado é extremamente positivo, motivo pelo qual resolvi partilhar a minha experiência.

Para terminar, apenas salientar que existe igualmente uma opção Bass Boost, para quem gosta do punch extra e que o Fiio E10k continua a ser uma das melhores opções em termos de qualidade/preço para quem pretende iniciar-se no mundo dos DAC.

Caso tenham algumas alternativas ou discordem da minha opinião, encorajo-vos a participar, utilizando a caixa de comentários abaixo indicada.

Setup 2019

Desde os primórdios deste projecto que tenho procurado aliar a simplicidade à funcionalidade. Por esse motivo, o meu setup sofreu várias alterações, que tenho partilhado convosco ao longo do tempo.

Estou muito satisfeito com o aspecto final para este ano, que é muito clean e tem uma energia positiva que me ajuda a focar na produtividade, elemento fundamental para a criação de conteúdos para este espaço.

Para terminar, gostaria de obter o vosso feedback, desafiando-vos igualmente a partilhar informação acerca do vosso espaço de trabalho/diversão.

This slideshow requires JavaScript.