Sou oficialmente um trintão

O dia foi muito agradável, passado na companhia da família e amigos. Agradeço igualmente todos os mails e sms enviadas. Atingi o patamar dos trinta anos e honestamente não me sinto mais responsável ou velho. Acredito que seja essencialmente uma questão de espírito e esse não me deixa envelhecer.

Claro que tudo o que é caricato tem tendência a ocorrer neste dias e este ano não foi uma excepção. A caminho de casa uma operação STOP, em que faço o teste do balão. Um dos agentes verifica a data de nascimento no BI e diz:

“Fez anos e não bebeu uns copitos?”

Na realidade bebi apenas duas cervejas e uma caipirinha, o que atingiu 0.05 na escala, o que obviamente desapontou os agentes da PSP, que pretendiam certamente um bónus. Mas mantive-me calmo e evitei rir, respondendo que tinha bebido, mas há algumas horas. Despedimo-nos e segui cordialmente o meu caminho para casa. Até compreendo a necessidade de multarem os condutores incautos, porque é chato estar no meio duma rotunda horas a fio sem receber dinheiro em troca, mas não estou na disposição de ajudar os nossos mui estimados agentes policiais.

Para o ano há mais… neste momento vou ficar a saborear os meus trinta anos! 😉

Chiça… penico

Irra que esta noite o tempo esteve agreste… não me lembro de ver chover assim há muito tempo! Alguém tem uma canoa para eu ir trabalhar… mas a questão que me apoquenta é: o meu carro estará de boa saúde e sem água? Cenas dos próximos capítulos em breve… 😕 glup!

p.s – felizmente o bólide sobreviveu incólume ao dilúvio de ontem.

Jumper

Hayden Christensen, Samuel L. Jackson e Diane Lane só por si não garantem um bom filme, sobretudo quando não há enredo. Este é a grande ilação a retirar de Jumper.

A grande vantagem foi que apenas gastei um euro no bilhete (pontos da Galp). Como filme de acção está interessante, tem bons efeitos especiais e fala-nos da batalha entre os Jumpers, humanos com a capacidade de se teleportar para qualquer ponto do mundo e os Paladinos, uma agência que caça e elimina Jumpers.

Tudo o resto falha redondamente, apesar do realizador tentar muito timidamente contar a história da família de David (Hayden Christensen) , mas parece-me que com o êxito de bilheteira teremos uma sequela. Na minha modesta opinião, é um filme a evitar caso pretendam ir ao cinema.