Está na altura dumas merecidas férias. Como não podia deixar de ser o blog estará “parado” até ao início de Julho, mas voltará com toda a força.
Estarei longe dos computadores, numa praia bem recatada do Algarve.
Está na altura dumas merecidas férias. Como não podia deixar de ser o blog estará “parado” até ao início de Julho, mas voltará com toda a força.
Estarei longe dos computadores, numa praia bem recatada do Algarve.
Os Estados Unidos estão repletos de eventos dedicados exclusivamente a tecnologia. Um dos exemplos mais populares é a E3, onde são divulgados anualmente os novos produtos (jogos, consolas) das principais marcas e empresas de software/hardware.
Na edição de 2011, fomos presenteados com novos títulos, dos quais destaco Mass Effect 3, Modern Warfare 3, Prey 2, Arkham City e Star Wars: The Old Republic, entre muitos outros.
Estamos numa era em que vale a pena ser gamer, tal a qualidade dos jogos e do hardware que temos à nossa disposição. O 3D e o touch screen estão na moda, pelo que na E3 não faltaram as novidades nesse campo. Segundo consta, o novo Uncharted será em 3D, tendo sido realizada uma apresentação de alguns níveis, com críticas muito positivas.
Já apresentei o meu ponto de vista sobre o que considero ser o futuro dos videojogos e confesso que não sou um grande apologista do 3D, mas a tendência começa a ser evidente. As empresas estão a apostar forte nesta tecnologia, com o lançamento de televisões e consolas sem necessidade de óculos 3D. Mas a grande dúvida reside na qualidade da experiência e imersão no ambiente do jogo, factor que actualmente está muito aquém das expectativas.
Numa outra nota, foi apresentada a nova handheld da Sony, a PSVita, que se apresenta como um concorrente de peso no mercado. O soberbo écran OLED e a relação qualidade/preço arrebatou as atenções na E3 e pode tornar-se numa referência a curto prazo. Estou francamente entusiasmado com este produto, o que não é normal para um nintendoaholic…
Aproveitando a menção à Nintendo, foi finalmente apresentada a nova consola, embora ainda existam muitas dúvidas quanto ás especificações técnicas. Foi avançado que a Wii U vai suportar 1080p e que a data final de lançamento será em 2012.
As demos apresentadas fizeram as delícias dos presentes, devido à sua inovação e fluídez. O comando concebido para esta consola vem trazer uma jogabilidade sem precedentes, o que me entusiasma profundamente.
No global, este evento correspondeu ás expectativas criadas, tendo apresentado novas consolas e jogos fantásticos. O gamer dentro de todos nós está num estado de nirvana e parece que a rambóia vai continuar. Das novidades apresentadas, qual é a vossa preferida?
A minha lista de séries “pendentes” é colossal, mas estou convicto de que conseguirei concluir as mais antigas ainda este ano. Dito isto, passemos à minha opinião sobre as crónicas de Sarah Connor. Estamos perante uma boa adaptação da franchise, que retoma a ação no ponto em que termina o segundo filme de Terminator.
Sarah Connor continua a ter que proteger o seu filho John da Skynet, que persiste em eliminar o futuro líder da Resistência. Para tentar equilibrar a balança, Cameron é enviada para defender John a todo o custo e destruir a Skynet. A primeira temporada é interessante, com alguns momentos marcantes, mas o que realmente destaco é o desenvolvimento das personagens e do enredo, algo que não acontece num filme por limitações óbvias.
Summer Glau incorpora de forma quase perfeita o “espírito” do Exterminador, conseguindo igualmente algumas gargalhadas com a sua interpretação da condição humana. Quanto a Lena Headey, começa de uma forma discreta mas vai melhorando a sua performance no decorrer da segunda temporada.
A série foi cancelada, mas conseguiram terminar a segunda temporada, que, na minha opinião, é a mais bem conseguida. A presença de Catherine Weaver (Shirley Manson) e de James Ellison é claramente uma mais valia, embora existam várias falhas em termos de enredo. A série está longe de ser brilhante, mas consegue ser fiel ás origens, algo que falhou redondamente em Terminator Salvation, por exemplo.
O final da segunda temporada é algo apressado, mas deixa todos os cenários em aberto, o que é extremamente interessante. Seria épico se retomassem a narrativa numa terceira temporada, mas parece-me evidente que o caminho pretendido vai na direção do cinema. Para os fãs da saga, esta é claramente uma série em que devem investir.