Warcraft: the Beginning

A Blizzard lançou finalmente o primeiro filme do universo Warcraft e o resultado final, é na minha modesta opinião, impressionante. Começo por salientar que estou longe de ser um conhecedor do lore, pelo que a minha perspectiva se foca exclusivamente no que vi.

A narrativa começa por se focar no mundo dos Orcs, que está moribundo, sendo necessário transpor um portal que lhes permite invadir outra realidade. Para tal, contam com Gul´Dan, um poderoso feiticeiro que utiliza uma magia que se alimenta dos seres vivos (Fel) e permite igualmente aumentar as capacidades guerreiras dos Orcs.

Após esta introdução, somos apresentados ao reino de Azeroth, onde várias raças (elfos, anões e humanos, entre outros) vivem em harmonia. Está muito bem conseguido este oposto nos mundos, sobretudo pela aposta em paisagens belas, verdejantes e repletas de edifícios imponentes.

Face ao sucesso da ofensiva Orc, o rei Llane convoca o “Guardião” Medivh, um poderoso feiticeiro, que está encarregue de proteger o Reino, para o auxiliar neste período de crise. As tropas são lideradas pelo comandante Lothar, que terá a ajuda de Khadgar, um suposto aprendiz de mago que terá um papel fundamental na batalha que se avizinha.

Pelo meio, passamos a compreender que nem todos os Orcs concordam com a utilização da Fel, considerando que a magia está a corromper a sua forma de vida e respectiva tradição. Durotan, um dos líderes de clã, vai forjar uma aliança com os humanos, precisamente para derrubar Gul´Dan e garantir a sobrevivência da sua espécie. Outra preciosa ajuda vem de Garona, uma mestiça (meio orc e humana?) e que vai ajudar Lothar na batalha, tendo igualmente um papel muito importante na narrativa.

Sem querer colocar spoilers, vamos ter batalhas épicas, excelentes cenas de CGI e sobretudo, as melhores cenas de magia que me recordo de ter visto em cinema. É evidente que vai existir uma sequela, mas esta primeira aventura cumpriu a sua função, aguçando o meu “apetite” para o futuro. Em suma,  Warcraft: the Beginning, cumpriu as minhas expectativas e é um filme que recomendo para quem gosta do género.

Super Soccer Noggins

Agora que terminou a primeira semana do Europeu de França, está na altura de descomprimir e tentar esquecer o resultado de Portugal frente à Islândia. Para tal, recomendo Super Soccer Noggins, o mais recente desafio dos meus amigos do Poki.

Este jogo está muito bem conseguido, dado que alia estratégia a diversão. Ao contrário de Heads Arena, temos um sistema de upgrade de skills, mais concretamente Rush, BackTrack, Jump e Kick, que nos permitem melhorar o tempo de resposta do nosso jogador, velocidade, força de remate, salto e recuperação defensiva.

A longevidade é igualmente uma preocupação, oferecendo seis torneios distintos, que colocam desafios únicos e complexos:

  • Le Croissant Cup
  • Piñata Trophy
  • Hei Tiki Taka Trophy
  • Golden Skull Cup
  • Ruby Merman Cup
  • Hellfire Trophy

Parece-me igualmente importante destacar o grau de dificuldade, sobretudo com a colocação de power-ups, que aumentam ou reduzam o tamanho da baliza, da bola e mesmo do nosso jogador, assim como um pavimento que sofre alterações, permitindo ricochetes e alterações na trajectória do esférico.

Todas estas adições, aumentam o factor aleatório de Super Soccer Noggins, tornando a experiência num misto de diversão e por vezes, alguma frustração. Temos igualmente um sistema de pontos (10.000 por derrota e 100.000 na vitória), que servem precisamente para realizar os upgrades ao nosso jogador.

Temos nove equipas disponíveis, nomeadamente Portugal, Espanha, Itália, Holanda, Polónia, Inglaterra, Rússia, Alemanha e França. Se procuram um jogo que vos proporcione alguns minutos de diversão e vos faça esquecer o quotidiano, Super Soccer Loggins é a minha recomendação.

Sugiro que acedam ao link e testem este título. Como sempre, gosto de obter o vosso feedback e convido-vos a utilizar a caixa de comentários para o efeito.

The Librarians T.2

A primeira temporada esteve longe de ser brilhante mas conseguiu as audiências necessárias para garantir a sua renovação. Nesta segunda série, Flynn tem algumas aparições breves, ficando novamente a cargo dos restantes membros da equipa lutar contra Prospero, o vilão de uma das obras de Shakespeare.

A sua capacidade mágica vai colocar novos desafios aos Librarians, que terão de enfrentar Fadas, criaturas místicas, feitiços e até Moriarty, o mega vilão de Sherlock Holmes. A temporada culmina num fantástico episódio duplo, que vai ter um final curioso. No global, esta segunda temporada é superior à original, apesar de apenas contar com Carsen a part-time, algo que muito provavelmente deverá mudar para a terceira temporada, confirmada para o Outono de 2016.

Se gostam de séries com conteúdo leve e sentido de humor, The Librarians é uma excelente escolha. Nunca se leva muito a sério, bem ao estilo dos filmes originais e conta com um bom elenco, que nos cria empatia com as personagens, algo fundamental para a longevidade de qualquer série de televisão.