Pokémon Go: 30 dias depois…

Há cerca de trinta dias que tenho estado a utilizar diariamente o Pokémon GO, um jogo desenvolvido pela Niantic Inc. em conjunto com a Pokémon Company.  Como quase sempre, a Nintendo acertou na sua escolha, focando o marketing do produto na mobilidade e exercício físico, como forma de combater o sedentarismo.

Estão disponíveis 151 Pokémon nesta fase, que podem ser capturados em cenários de realidade aumentada. Temos igualmente uma componente de estratégia, que implica gerir os items à nossa disposição, no sentido de maximizar os recursos disponíveis.

O sistema actual permite que o jogador suba de nível, mediante o cumprimento de determinados valores de XP, sendo necessário para tal que capture ou evolua um determinado número de personagens.

Estamos perante uma experiência viciante, num jogo que é gratuito e que ainda não foi invadido por in-app purchases. Pessoalmente, já estou a perder algum do interesse inicial, algo que era previsível, face ao actual número de jogadores.

O público alvo de Pokémon Go reside na faixa etária até aos 17 anos mas curiosamente o maior volume de utilizadores são os adultos, algo que é sem dúvida fascinante. Mais interessante ainda tem sido o hype criado, com vários empresas de telecomunicações a criar pacotes de dados específicos e com a inevitável escalar das vendas de powerbanks.

Caso pretendam partilhar algumas das vossas experiências, convido-vos a fazê-lo na caixa de comentários. Da minha parte, estou na missão de encontrar o meu Holy Graal (Charizard ou Pikachu). Desejem-me sorte! 🙂

Sharknado IV

Cinco anos após os eventos da terceira aventura, Fin Shepard é um homem destroçado pela morte de April, dedicando grande parte da sua vida à educação de Gil, o seu filho mais novo.

Para o resto do Mundo, tudo parece correr pelo melhor, com a inexistência de eventos associados a tubarões, graças à Astro X, gerida por Aston Reynolds, que desenvolveu a tecnologia necessária para evitar a criação de sharknados, sendo igualmente responsável por salvar o Comandante Shepard do seu exílio na Lua.

Mas, uma simples inauguração do novo edifício da Astro-X, em Las Vegas, converte-se numa catástrofe, gerando um tornado de areia, que vai despoletar uma reacção em cadeira, que termina com a destruição de várias cidades dos EUA.

Consequentemente, a família Shepard vai ser chamada a intervir, com a sua habitual delicadeza na resolução destes problemas. Contem com as habituais piadas fáceis, participações especiais de muitas glórias passadas e cenas over the top, que nos arrancam uma valente gargalhada.

As referências a Terminator, Star Wars, Star Trek e mesmo a O Feiticeiro de Oz são constantes, tornando o filme numa experiência agradável. Relembro que a saga Sharknado assenta na premissa de “ser mau ao ponto de se tornar épico”, algo que lamentavelmente não ocorre neste quarto filme.

Pessoalmente, considero que é um dos mais fracos até ao momento, embora tenha os seus momentos de glória. Para quem é fã, penso que não ficará desiludido, restando saber qual será a receptividade para com o destino de April e outras personagens.

Fico a aguardar a confirmação do próximo filme, sendo que é facto consumado na Comic Con que existem planos para realizar mais três aventuras. Estão preparados para tal? Eu sei que estou 🙂