Independence Day: Ressurgence

Vinte anos após a invasão do Planeta Terra, a Humanidade alcançou a paz entre os povos e tem-se preparado para o regresso dos extra-terrestres, utilizando a sua tecnologia pra construir armas e melhorar as defesas. No entanto, nada os preparou para a magnitude da ameaça que irá pairar (literalmente) sobre o nosso Planeta.

A narrativa foca-se na luta contra a nave-mãe, que é controlada por uma Rainha (original, eu sei). Temos o regresso de David e Julius Levinson, Presidente Whitmore e o Dr. Okun, que dão um toque de continuidade e representam claramente a parte mais interessante do filme. As cenas de acção ficam essencialmente a cargo de Jake, Dylan e Patricia, a nova geração de Independence Day, que volta a ter como pano de fundo as celebrações desse feriado americano.

Contem com um enredo muito semelhante ao original, com um CGI superior e clichés constantes. Penso que os fãs do original não ficarão desapontados com o produto final: Ressurgence é o típico filme pipoca, um verdadeiro blockbuster de Verão à antiga.

Confesso que a minha experiência com o filme foi muito positiva, provavelmente pelo facto de o ter visto na sala 4Dx, em Almada. Se ainda não o fizeram, recomendo que gastem 12 euros no bilhete, porque vale a pena. É evidente que não é barato mas para filmes deste estilo, estamos perante a solução perfeita.

Buffy T.1

Buffy Summers mudou-se recentemente para Sunnydale, após ter sido expulsa da escola, em Los Angeles. Apesar de ser considerada uma delinquente, a verdade é bem distinta. Na realidade, Buffy é a “Caçadora”, uma humana com a capacidade de lutar e destruir demónios e vampiros.

A primeira temporada do clássico de Joss Whedon aborda a relação entre os diversos membros da equipa (Giles, Xander e Willow), que contam com a inesperada ajuda de Angel, um vampiro, na tentativa de derrotar o Mestre e evitar o Hellmouth, que representa essencialmente um portal que permitirá a entrada e várias entidades demoníacas na nossa realidade.

É importante salientar que a série é de 1997, pelo que está repleta de clichés e assenta numa narrativa simples e previsível, o que não retira qualidade ao produto final. Ao longo desta primeira temporada, vamos sendo confrontados com os desafios comuns dos adolescentes, o que permite desenvolver as personagens e criar alguma ligação com o futuro dos mesmos.

Como sempre, vou evitar os spoilers,  mas adianto que os planos dos vilões são frustrados pela nossa heroína, criando as condições narrativas para a introdução de uma nova personagem, que irei abordar no artigo referente à segunda temporada. Para os mais nostálgicos e fãs da série, recomendo que assistam à reposição no Syfy, que está disponível em diversas operadoras