Aftermath T.1

A narrativa inicia com uma tempestade solar de proporções épicas, que vai incapacitar grandes partes das comunicações. Progressivamente, vamos tomando conhecimento de comportamentos estranhos, que envolvem ataques canibais e tendências homicidas, com a família Copeland no centro da acção.

Torna-se complicado inserir esta série num género, uma vez que somos bombardeados com tempestades, quedas de meteoritos, terramotos, pragas, criaturas sobrenaturais e o fim do Mundo nos primeiros dois episódios.

A narrativa é fragmentada, sem grande desenvolvimento de personagens e com decisões questionáveis, para dizer o mínimo. A primeira temporada é composta por treze episódios e confesso que não foi do meu agrado. Acaba por existir uma tentativa de explicação científica nos últimos dois episódios, que apresenta lacunas mas permite-nos ter algum sentido de foco.

As interpretações são medianas (para ser simpático) e o enredo é insipiente, mas a partir de certa altura senti a necessidade de chegar ao fim apenas para ter a certeza que existiria alguma explicação lógica para esta panóplia de lendas e mitos urbanos.

Aftermath é uma série estranha, que tenta ser única em vários aspectos, acabando por falhar redondamente. Sinceramente, não posso recomendar que invistam tempo em algo tão diferente mas deixo ao vosso critério a decisão. Espero que este artigo vos possa ajudar na decisão e caso tenham algo a partilhar, utilizem a caixa de comentários.

Divoom Aurabox

No Inverno de 2008, adquiri numa superfície comercial de Lisboa a AudioStation Express da Logitech, que tenho utilizado religiosamente e sem falhas. Por essa dock, já passaram o iPhone original, um 3GS e até o iPod Nano de 1ª geração. A qualidade de som é bastante satisfatória, mas tomei a decisão de investir numa coluna bluetooth, tendo iniciado a difícil missão de identificar o perfil pretendido.

Sou um entusiasta de LED e personalização de alertas/interações com o meu equipamento móvel, pelo que foi fácil fazer desta característica o ponto fundamental para a escolha final. Após alguma pesquisa, deparei-me com a Divoom, que disponibiza produtos com uma excelente relação qualidade/preço.

O mercado está saturado de colunas bluetooth, com características muito semelhantes mas o que separa a Aurabox dos restantes é precisamente o cool factor, aliado ao vasto leque de personalização para um produto que se situa na gama média/baixa. Podem adquirir uma unidade por valores a rondar os 60 a 90 euros, mas se forem pacientes e persistentes, podem encontrar um negócio ainda mais atractivo (no meu caso, 47 euros, já com portes incluídos).

A coluna tem um acabamento matte, com um painel composto por 100 LED, que podemos personalizar de acordo com as nossas preferências. Através da aplicação (disponível para iOS e Android) temos a possibilidade de utilizar um vasto leque de opções, que variam entre relógio, despertador, termómetro, passando por notificações de SMS, WhatsApp ou mesmo redes sociais. Podemos igualmente escolher os vários padrões e animações disponíveis e até dar asas à imaginação, criando esse mesmo tipo de conteúdos.

O UI é extremamente intuitivo e permite a personalização do produto ás nossas necessidades. No entanto, o ponto decisivo para um produto deste tipo é a qualidade de som e nesse campo, a Aurabox tem o meu aval. Os baixos e graves são uma constante e no global, temos um som límpido e sem interrupções na ligação por bluetooth. Fica a ressalva que a partir dos 90% de volume podem sentir alguma distorção mas para um produto dentro deste valor, confesso que fiquei agradavelmente surpreendido.

O ponto menos positivo, na minha perspectiva, é a autonomia de bateria. Diria que conseguirão utilizar cerca de três horas, com os LED ativos e até cinco horas com essa opção inibida. Para terminar, se procuram algo para melhorar o vosso setup, ou acrescentar aquele wow factor, este produto merece séria ponderação da vossa parte. Se procuram alternativas, numa gama mais elevada, posso recomendar a Timebox, também da Divoom, ou a Lametric.

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