Está na altura de defrontar mais um BOSS. Preparem-se para mais uma batalha épica! 🙂
Arquivo mensal: Junho 2017
Blame!
Baseado na manga de Tsutomu Nihei, Blame! é uma produção do Netflix que nos apresenta uma mundo futurista, em que os Humanos se ligavam a uma consciência virtual que lhes permitia controlar as máquinas responsáveis pela criação, manutenção e defesa das infra-estruturas. Uma estranha infecção faz com que os humanos sejam considerados hostis, dando início a uma extermínio massivo.
A narrativa acompanha uma pequena cidadela, perdida na dimensão desta estrutura, que parece estar fora do radar da “Safeguard”, a entidade responsável pelas defesas. A escassez de alimentos, força uma pequena equipa, liderada por Zuru, a entrar numa zona repleta de inimigos. A missão parece estar condenada ao fracasso total, quando um estranho humano, de nome Kiri, salva a equipa, derrotando com facilidade os “Silicon Creatures”.
Ficamos a saber que Kiri procura um humano que detenha o Gene Net Terminal, algo que permitirá voltar a controlar as máquinas e terminar com a extinção da Humanidade. Na sua missão, vai contar com a ajuda de Cibo, uma cientista que tem um conhecimento profundo do funcionamento da Cidade, sendo responsável pela barreira que protege a cidadela.
Blame! é um filme muito interessante, repleto de acção e que consegue cativar o espectador. Recomendo a visualização, sobretudo para os fãs de ficção científica.
Wonder Woman
Com o aproximar da estreia de Justice League, a minha apreensão aumenta, fruto de projectos pouco conseguidos e inexistência de filmes que nos apresentem os restantes membros da equipa. A minha derradeira esperança residia em Gal Gadot, que me impressionou nos poucos minutos em que entrou no filme Batman vs Superman.
Wonder Woman conta-nos a história de Diana, a Princesa de Themyscira e a sua necessidade de combater Ares, libertando a Humanidade para uma nova era de paz. Começamos por viajar até aos primórdios da infância da nossa heroína, do treino que recebe por parte de Antiope e da relação que mantém com a sua mãe, a Raínha Hippolyta.
As cenas na Ilha são soberbas, demonstrando côr e beleza, que contrasta com tudo o que se passa ao redor da mesma. Gostei francamente do primeiro acto, que faz uma introdução relevante e focada no que vai suceder a partir desta fase. Decorre a Primeira Grande Guerra Mundial e durante uma perseguição com os alemães, o avião do Capitão Steve Trevor é abatido, caindo dentro da barreira que protege a Ilha.
Após ser resgatado por Diana, e em seguimento de uma batalha na praia, as amazonas derrotam os invasores alemães, embora sofram baixas importantes. Trevor possui informações confidenciais que podem derrotar o inimigo e a nossa heroína parte com ele para Londres, com o objetivo de ir para a frente da guerra e derrotar Ares, o Deus da Guerra.
A introdução de Diana ao mundo do Homem é hilariante, proporcionando momentos épicos. As cenas de acção estão muito bem coreografadas e as personagens de Sameer, Charlie e The Chief são um bom complemento à equipa. Do lado dos vilões, gostei particularmente de Dr. Maru e Ludenforff, embora a batalha final esteja longe de ser brilhante.
Para terminar, é importante salientar que Wonder Woman é o melhor filme da DC desde a trilogia de Nolan. O casting, o guião e sobretudo a interpretação de Gadot e Pine são fantásticas, catapultando o filme para um nível elevado. Resta saber se será suficiente para tornar a Liga da Justiça em algo interessante.