E chegámos a meio de 2026!

Este ano começou a um ritmo lento mas os últimos meses passaram num ápice. No que diz respeito a família, tem sido um período complicado, com algumas más notícias. Como sabem, gosto de ser positivo e foco-me no que consigo controlar, o que é fundamental para a gestão das emoções.

Estamos finalmente no verão, após um inverno estranho, com tempestades atípicas e que tantos prejuízos causaram por este país. Está a decorrer o Campeonato do Mundo e veremos se é desta que a nossa seleção consegue finalmente conquistar o troféu.

Desde a última actualização consegui terminar algumas séries, jogos e livros, o que é igualmente fundamental para a minha sanidade mental. Apesar de ainda não ter comprado qualquer jogo para a Switch 2, tenho bastantes títulos da original no backlog. Assim sendo, tive a oportunidade de concluir Gris e Huntdown, dois jogos curtos, que terminei em cerca de 8 a 9 horas.

O primeiro é uma experiência visual incrível, em que acompanhamos uma jovem que tenta lidar com a perda da sua mãe. Os níveis correspondem aos diversos estados da dor, até conseguirmos (literalmente) recuperar a voz e seguir em frente. Huntdown é uma homenagem à era 16 bit, em que controlamos um caçador de recompensas, que é contratado para eliminar uma panóplia de líderes criminosos. A narrativa é simples mas a jogabilidade é incrível, convertendo este jogo numa recomendação para todos aqueles que cresceram na era 16 bit.

Os anime são outra das minhas paixões no momento, muito por “culpa” do Crunchyroll, que tem uma oferta incrível. Contem com artigos sobre estas séries, mas posso adiantar que concluí Nier Automata, a terceira temporada de Doctor Stone, a segunda temporada de Tower of God e as duas primeiras temporadas de Star Blazers, um clássico de 1979.

As séries têm ficado relegadas para um papel secundário, mas consegui terminar a quarta e quinta temporada de Star Trek Discovery, que conclui as aventuras da Capitã Burnham. Para terminar, o meu Kobo continua a ter bastante uso, permitindo a conclusão de Hyperion, Jujutsu Kaisen e dois livros de The Witcher, mais especificamente House of Glass e Curse of Crows.

De uma forma sucinta, foi assim que passei o último trimestre. Contem com nova atualização em setembro, que deverá ser focada nos mesmos tópicos. Nessa altura teremos o regresso da NBA e certamente terei algo para falar acerca dos Lakers. E já agora, parabenizar os Knicks, que alcançaram a dobradinha e foram de facto incríveis na final frente aos Spurs.

Invasion T.1

A Apple+ tem primado por séries de qualidade e Invasion é mais uma excelente opção. Esta primeira temporada introduz uma invasão alienígena, que iremos acompanhar pela perspectiva de quatro grupos aleatórios.

O primeiro episódio conta com a participação de Sam Neill, no papel de um Xerife, dando início a uma reacção em cadeia que culmina com a chegada de umas estranhas criaturas, que representam a infantaria invasora.

O desenvolvimento de personagens é fundamental, tocando em temas profundos como a infidelidade, bullying e crenças religiosas e sociais. A perspectiva de como a Humanidade lidaria com uma ameaça desta escala é muito interessante, resultando em episódios que combinam ação com narrativa.

Destaco igualmente a narrativa inerente á estação espacial japonesa, que será relevante para o desfecho desta primeira temporada, lançando igualmente a premissa para o que irá ocorrer na seguinte.

Se procuram algo dentro do género de ficção científica, mas sem a típica abordagem de Hollywood, este é um projecto a considerar. Estou francamente entusiasmado para os episódios que se seguem.

The Super Mario Galaxy

Após três anos, temos finalmente a sequela da aventura de Mario, que introduz a Princesa Rosalina,Yoshi, Bowser Jr, Fox McCloud e muitas outras personagens da franquia. A narrativa retira inspiração do mítico jogo da Wii, que foi igualmente lançado para a Switch, assentando num plano maquiavélico que visa utilizar o poder cósmico da Princesa para alimentar uma arma de destruição.

O vilão principal vai ser o filho de Bowser, que tenta desesperadamente libertar o seu pai, que se encontra em reabilitação no castelo da Princesa Peach. O primeiro acto introduz a premissa narrativa e introduz as personagens principais, sendo importante o regresso de Mario, Luigi, Toad, Peach e Bowser.

Ao longo do filme são inúmeros os easter eggs, com referência a locais, níveis e até personagens icónicas do universo Nintendo. A animação é de elevada qualidade e os 98 minutos passam num ápice. A componente humorística é outro factor fundamental para elevar a experiência de Super Mario Galaxy, que apesar de ser um filme animação, tem como público alvo diversas gerações de jogadores que utilizaram o hardware do gigante nipónico.

No que diz respeito ao casting, as adições de Brie Larson, Benny Safdie, Donald Glover e Glen Powell foram uma mais valia, solidificando o sucesso de um projecto que já ultrapassou os mil milhões de receita de bilheteira.

Não vou obviamente partilhar spoilers, mas sugiro que aguardem pelas duas cenas pós-créditos, que revelam a próxima grande adição a este universo, sendo evidente que teremos um terceiro filme dentro dos próximos anos. Se procuram algo que proporcione diversão e entretenimento, Super Mario Galaxy é definitivamente a escolha certa!

Bom
76%