Dandadan T.2

Após um início auspicioso, a minha expectativa era elevada e confesso não ter ficado desapontado. A temporada arranca com a introdução da família Kito, que tem uma estranha ligação a Tsuchinoko, uma criatura que faz parte do folclore nipónico.

Com o auxílio de Jiji e Okarun, Momo vai tentar desvendar este mistério, que se revela fulcral para a narrativa desta segunda temporada. Sem revelar pormenores, Jiji vai converter-se num repositório humano para Evil Eye, um espírito poderoso que pretende destruir a Humanidade.

Após uma batalha épica, em que temos a intervenção de Mantis Shrimp, Seiko e Taro, a equipa regressa a casa, com o objetivo de libertar Jiji da influência desta entidade.

Como é apanágio, o humor é uma constante, bem complementado pela evolução da relação entre Momo e Okarun, introduzindo uma dinâmica diferente para a segunda metade da temporada.

Segue-se uma tentativa de exorcismo e o início do treino de Okarun, que tem em Turbo Granny a sua mentora. Estes dois episódios, são, na minha opinião, os melhores desta temporada, que consegue ser superior à original.

Nos derradeiros episódios, temos a introdução de Kinta, um otaku que tenta compreender o motivo pelo qual Okarun é tão popular com o sexo oposto. Escusado será dizer que as suas interações são hilariantes, convertendo esta personagem numa espécie de comedy relief.

O último episódio conclui com a vitória da nossa equipa, que consegue derrotar um Kaiju. Ficamos a saber que a criatura era controlada por uma jovem, que beija Okarun. deixando Momo à beira de um ataque de nervos.

Dandadan, no papel, tem tudo para ser um desastre, mas consegue ser um dos animes mais surpreendentes de 2025. Recomendo igualmente a manga, que vai no volume 16 à data de publicação deste artigo.

Harley Quinn T.5

Os argumentistas optaram por introduzir uma premissa diferente, colocando o nosso duo de “heroínas” em Metropolis. Após os eventos da temporada anterior, Gotham está ainda mais sombria, levando a uma mudança para uma cidade moderna, com uma taxa de criminalidade baixa e em que o novo sistema de segurança, designado por Lena Luthor, tornou o Super-Homem obsoleto.

Harley convence Kal-El a tirar uma licença sabática, dando início a uma série de eventos que despontará o caos completo. Sem revelar pormenores, saliento o regresso de personagens icónicas tais como King Shark, Bane, Clayface, Lex Luthor e Sharon Quinzel.

O arco do vilão está muito bem conseguido, elevando esta temporada a um patamar elevado. O humor permanece uma constante, embora tenhamos alguns momentos sérios, que correspondem ao desaparecimento de personagens relevantes.

No global, esta continua a ser uma das minhas adaptações preferidas da DC e fico curioso para saber se teremos uma sexta temporada. Apesar de ser considerado como um projecto “Elseworlds”, será necessário que James Gunn autorize a continuação desta série.

Nintendo Switch 2

No Natal de 2021, recebi a Switch original, que tem sido uma consola fantástica no que diz respeito a portabilidade, garantindo sessões curtas de 30 minutos, no conforto dos meus lençóis. No entanto, o seu hardware começava a ter dificuldade em acompanhar alguns dos títulos mais recentes, o que me fez considerar adquirir o modelo seguinte.

A última consola (Xbox One S) que adquiri terá sido por volta de 2018 e continua ainda hoje a ser utilizada para sessões que envolvam títulos como Diablo 4, Red Dead Redemption 2, The Witcher 3 ou GTA V. A portabilidade é fundamental para mim, pelo que excluí a Asus ROG Alli e soluções semelhantes, que estão muito além do orçamento que defini.

Por obra do acaso, encontrei uma excelente promoção e adquiri a Switch 2 com oferta de um jogo. A grande vantagem reside no facto de ter uma biblioteca extensa da consola original, que é compatível com este novo modelo, permitindo, em muitos casos, uma experiência superior em termos de resolução e desempenho gráfico.

Estou neste momento no meu terceiro mês de utilização da consola e estou bastante satisfeito. O hardware é obviamente superior, garantindo uma performance em 4K em modo docked. Mas caso prefiram apenas o modo portátil, o display é de boa qualidade, garantindo 1080p e permitindo uma experiência muito superior à Switch original.

Dito isto, parece-me importante destacar que esta escolha é a mais adequada para o meu perfil de utilização. Reforço que já possuo uma biblioteca extensa e prioritizo a portabilidade, dado que me permite realizar curtas sessões diariamente. Paralelamente, a oferta da Sony e Microsoft é muito acima dos valores que estou disposto a investir, pelo que apostei na continuidade e na solução que se enquadra no meu orçamento.

Gostaria de obter o vosso feedback acerca deste tema e, caso tenham questões, podem utilizar a caixa de comentários abaixo indicada.