HCG Alice 1/4

Os leitores mais assíduos conhecem o meu fascínio pela adaptação cinematográfica da saga Resident Evil, que se converteu num dos meus guilty pleasures. As diferenças para o material original são substanciais mas o factor diversão e a personagem de Alice conquistaram progressivamente a minha atenção.

A HCG adquiriu a licença e lançou uma estátua na escala 1/4, limitada a 750 unidades e que rapidamente desapareceu do mercado. Há cerca de três anos que tenho navegado pelo Ebay e outras opções alternativas, sem grande sucesso, dado que o preço era francamente proibitivo. Felizmente, conseguiu finalmente localizar a estátua na Alemanha, sendo possível negociar um preço absolutamente fantástico, que me levou a concretizar o negócio sem hesitação.

A minha coleção é maioritariamente composta por peças na escala 1/6, mas tenho vindo a adicionar escalas maiores, como poderão validar nos artigos futuros. Estou neste momento a cinco estátuas de parar por período indeterminado, mas confesso estar mais entusiasmado do que nunca.

Dito isto, estou extremamente satisfeito com esta aquisição: a base é simples mas os detalhes estão bem conseguidos, com a inclusão de uma componente de tecido no que diz respeito ao coldre para as pistolas. A parecença com Milla Jojovich está nos 75%, na minha opinião e a pose representa um dos momentos mais icónicos de Afterlife.

Para terminar, partilho a habitual galeria de fotos, com alguns dos detalhes da experiência de unboxing. Como sempre, incentivo a partilha do vosso feedback na caixa de comentários. E para quem estiver interessado, esta estátua está exposta na minha secretária, precisamente para incentivar a minha criatividade quando estou a produzir conteúdo para o Portal Pessoal.

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Resident Evil: Final Chapter

A saga Resident Evil tem um lugar especial no meu coração, sobretudo pela recordações de adolescência que tenho dos jogos. No que diz respeito aos filmes, confesso que são um guilty pleasure, desde o original em 2002. Como tal, era imperativo ver o derradeiro capítulo da história de Alice, que procura a todo o custo derrotar a Umbrella Corporation e salvar a Humanidade.

A narrativa começa em Washington, após uma emboscada de Albert Wesker, que elimina a derradeira resistência humana, com excepção da nossa heroína. Quando tudo parece estar prestes a terminar, a Red Queen faz a sua aparição, informando Alice da existência de um antivirus capaz de salvar o (pouco) que resta do Mundo. Para tal, será necessário regressar à origem, mais concretamente a Racoon City, num prazo máximo de 48 horas.

É com esta premissa que se desenvolve Final Chapter, que conta com o regresso de Claire Redfield e Dr Isaacs, numa luta desenfreada contra o tempo. Temos as habituais cenas de acção over the top, zombies, traições e algumas explicações que tentam dar uma sensação de conclusão à franchise.

Torna-se difícil recomendar este capítulo final a quem não é fã da saga, apesar de ter uma estrutura suficientemente forte para ser visto por alguém que desconheça por completo os cinco filmes anteriores. O enredo faz pouco sentido e a narrativa é extremamente previsível, mas uma vez mais, consegue ser interessante graças à performance de Milla Jovovich. Relativamente a receitas de bilheteira, os resultados são modestos, mas a franchise deve atingir o bilião de dólares (total combinado dos 6 filmes).

Na minha opinião, é um dos capítulos mais fracos, mas fica a sensação de dever cumprido. Não vou colocar spoilers acerca do final, mas gostaria de ouvir a vossa opinião acerca de Resident Evil. São fãs? Gostaram da conclusão da saga? O que mudariam?

Resident Evil: Afterlife

Segundo se recordam, os nossos heróis continuam a tentar chegar ao Alasca, mais concretamente a Arcadia, último local habitado pelo Homem. A aventura anterior tinha ficado aquém das expectativas, o que coloca a grande questão: será Aflterlife melhor?

A resposta é curta e simples: NÃO. É insuficiente manter os actores e adicionar Wentworth Miller para termos um bom filme. Falta enredo e acção para “prender” o espectador ao écran, para além de que o 3D me começa a irritar profundamente. Não traz nada de novo ao filme, servindo apenas para cobrar mais 2 euros por bilhete e aumentar as receitas dos estúdios.

No que diz respeito ao produto final, apresenta alguns pormenores interessantes (não vou nomear para evitar spoilers) mas no global é fraco e dificilmente fará furor em termos de bilheteira.

Gosto muito da Milla Jovovich, mas tudo o resto à sua volta é fraco e deprimente. Afterlife tem o seu público alvo nos fãs do jogo e de filmes de zombies. O final antevê a continuação da saga, por isso preparem-se, que o sofrimento ainda não acabou.