HCG Alice 1/4

Os leitores mais assíduos conhecem o meu fascínio pela adaptação cinematográfica da saga Resident Evil, que se converteu num dos meus guilty pleasures. As diferenças para o material original são substanciais mas o factor diversão e a personagem de Alice conquistaram progressivamente a minha atenção.

A HCG adquiriu a licença e lançou uma estátua na escala 1/4, limitada a 750 unidades e que rapidamente desapareceu do mercado. Há cerca de três anos que tenho navegado pelo Ebay e outras opções alternativas, sem grande sucesso, dado que o preço era francamente proibitivo. Felizmente, conseguiu finalmente localizar a estátua na Alemanha, sendo possível negociar um preço absolutamente fantástico, que me levou a concretizar o negócio sem hesitação.

A minha coleção é maioritariamente composta por peças na escala 1/6, mas tenho vindo a adicionar escalas maiores, como poderão validar nos artigos futuros. Estou neste momento a cinco estátuas de parar por período indeterminado, mas confesso estar mais entusiasmado do que nunca.

Dito isto, estou extremamente satisfeito com esta aquisição: a base é simples mas os detalhes estão bem conseguidos, com a inclusão de uma componente de tecido no que diz respeito ao coldre para as pistolas. A parecença com Milla Jojovich está nos 75%, na minha opinião e a pose representa um dos momentos mais icónicos de Afterlife.

Para terminar, partilho a habitual galeria de fotos, com alguns dos detalhes da experiência de unboxing. Como sempre, incentivo a partilha do vosso feedback na caixa de comentários. E para quem estiver interessado, esta estátua está exposta na minha secretária, precisamente para incentivar a minha criatividade quando estou a produzir conteúdo para o Portal Pessoal.

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Resident Evil: Welcome to Raccoon City

A CAPCOM tem uma série de franquias altamente icónicas, das quais faz parte o universo Resident Evil. Em seguimento dos filme originais, que são para mim uma espécie de guilty pleasure, chega ao cinema Welcome to Raccoon City, um reboot que promete ser mais fiel ao material original.

O elenco conta com a participação de Kaya Scoledario, Hannah John-Kamen, Robbie Amell, Tom Hopper, Donal Logue, Avan Jogia e Neal McDonough e traz à memória algumas das cenas icónicas do primeiro e segundo jogo. A narrativa decorre em 1998 e mostra-nos a transformação da população de Raccoon City, em resultado de décadas de experiência do Dr William Birkin.

O primeiro acto está muito bem conseguido, introduzindo o passado de Chris e Claire Redfield, como forma de ligação ás personagens. A cidade de Raccoon City é retratada como sombria, repleta de corrupção e habitada por quem perdeu a esperança, o que cria um cenário perfeito para os eventos a que vamos assistir.

O CGI está longe de ser brilhante mas convém relembrar que este filme tem um orçamento de 25 milhões. A ação cumpre os requisitos mínimos  e as interpretações são qb para um filme deste género. É interessante assistir ao desenvolvimento de personagens, mais especificamente Leon e Wesker.  No entanto, diria que este filme é marginalmente mediano, acrescentando pouco ao universo de Resident Evil.

Temos uma cena pós-créditos, que introduz Ada Wong na narrativa e que pode abrir caminho para um sequela, que até ao momento ainda carece de confirmação.

Mediano
64%

Resident Evil: Infinite Darkness

Leon e Claire Redfield estão de regresso para mais uma aventura do universo Resident Evil. A narrativa decorre entre o espaço temporal do quarto e quinto jogo, no ano de 2006. O primeiro acto tem início em Penamstan, uma zona de guerra onde ocorre uma infestação de zombies.

Começamos por acompanhar os Mad Dogs, uma unidade militar que se vê encurralada pelos zombies, na tentativa de resgatar sobreviventes. A narrativa avança deliberadamente seis anos, sem pormenores adicionais acerca do desfecho da operação. Jason, o antigo líder dos Mad Dogs, está na Casa Branca para receber os detalhes para a sua nova missão, que consiste em identificar os responsáveis por um ataque cibernético a ficheiros do Governo Americano.e

Leon é igualmente escolhido para fazer parte desta equipa, que conta ainda com Shen May, uma militar com ligações a Jason. Para complicar ainda mais a situação, ocorre um ataque biológico na Casa Branca, com claras semelhanças ao T-Vírus, o que adensa ainda mais o mistério em redor da conspiração.

A animação CGI da Quebico é fabulosa, embora apresente algumas incongruências no movimento dos lábios e das pernas. Dito isto, as cenas de ação estão bem conseguidas mas o enredo é bastante previsível, o que retira alguma qualidade ao produto final. Gostaria igualmente que Claire tivesse um papel mais relevante na narrativa, que é claramente focada em Leon, mas o terceiro acto consegue redimir parcialmente algumas das lacunas identificadas.

Infinite Darkness tem um final aberto, que tem potencial para revelar mais pormenores acerca da conspiração e da ligação à Tricell.