Swamp Thing

A criação de Len Wein e Bernie Wrightson foi adaptada ao universo DC, narrando a história de Alec Holland, um cientista que tenta desesperadamente repor a sua reputação, aceitando investigar o que se passa nos pântanos de Bayou, próximo da cidade de Marais.

Abby Arcane é uma doutora do CDC, que vai ser chamada para investigar o estranho surto detetado. Os primeiros episódios servem essencialmente para nos apresentar as diversas personagens, assim como as motivações e os fantasmas do passado.

Ficamos a conhecer a ligação da Dra Arcane à cidade de Marais, que é controlada por Avery Sunderland, um espécie de mecenas, que tem uma agenda oculta e que pode estar envolvido nestes eventos. Vou evitar entrar em pormenores, mas vamos assistir à transformação de Holland em The Swamp Thing, uma criatura que aparenta controlar a flora local.

Paralelamente, temos outro super-herói que é apresentado em Swamp Thing: Daniel Cassidy, aka The Blue Devil. Ao longo dos dez episódios, torna-se claro que o Phantom Stranger está envolvido em muitos dos eventos que ocorrem, levando a crer que estamos na presença de uma entidade demoníaca.

No global, a série está muito bem conseguida, com uma narrativa fluida, complementada com bons actores e personagens cativantes, pelo que se torna incompreensível o cancelamento, sobretudo após a excelente recepção crítica que teve. Aparentemente, a decisão foi estritamente financeira, pelo que mantenho esperança que possamos ter uma continuação.

Gosto particularmente do final aberto, em que somos apresentados ao Floronic Man, que consome o Dr. Jason Woodrue, um dos antagonistas principais de Swamp Thing na BD.

Wonder Woman: Bloodlines

30O mais recente filme de animação da DC baseia-se na princesa Diana, de Themyscira, mais conhecida por Wonder Woman. Em Bloodlines, um ataque de Parademons cria as condições necessárias para o primeiro encontro entre um mortal e as Amazonas.

Contra a vontade da Rainha Hippolyta, Diana aceita juntar-se a Trevor e alertar a Humanidade para a iminente invasão. Para tal, irá contar com a preciosa ajuda da Dra Julia Kapatelis, a sua filha Vanessa e Etta Candy. Após este enquadramento, a narrativa avança cinco anos, para uma fase em que Diana já se consolidou como heroína e membro da Justice League.

Com o avançar do tempo, Vanessa não lidou bem com a atenção que Diana recebia da sua mãe e aliou-se à Doctor Poison, algo que a vai colocar no centro de um plano maquiavélico para destruir Themyscira.

Seguem-se batalhas épicas com Giganta, Cheetah e uma viagem ao templo de Pasiphaë, que colocará os novos heróis em confronto com um Minotauro. Pelo meio, Vanessa aceita ser cobaia para uma experiência da Doctor Cyber, que a vai transformar na Silver Swan, com a utilização de um vírus cibernético.

A animação está muito bem conseguida e o casting de voz complementa de forma muito positiva este projeto. Adicionalmente, parece-me igualmente importar destacar os pequenos momentos de humor que estão terrivelmente bem conseguidos.

Vou evitar os spoilers em termos de narrativa, embora conclua  este artigo com a recomendação de Wonder Woman: Bloodlines.

Mediano
70%

Artfx The Joker 1/10

A Kotobukiya tem sido a escolha para as aquisições a nível da Marvel . Sem surpresa, acabei por manter essa regra mas para a DC.

A mais recente compra foi Joker, que ostenta uma pose verdadeiramente épica, inspirado na saga Endgame, de Scott Snyder.

Seguem-se algumas imagens da estátua e estão convidados a partilhar a vossa opinião sobre o tema.

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