Skull Island

Brian Duffield é o responsável pela primeira série da franquia MonsterVerse, que se irá focar na Ilha que alberga o mítico King Kong. A narrativa decorre nos anos 90, a bordo de uma embarcação que encontra Annie, uma jovem que se encontra a ser perseguida por um grupo de mercenários.

Uma misteriosa criatura marinha destrói o barco, naufragando a equipa na Skull Island, que é habitada por fauna e flora agressiva e que irão converter-se num desafio diário para os sobreviventes. Esta primeira temporada é composta por oito episódios, que se foca no desenvolvimento de personagens, mais especificamente Charlie, Annie, Mike, Cap e Irene.

Convém frisar que Kong apenas surge a meio da temporada, sendo evidente a sua ligação aos habitantes da ilha, algo que é relevante para o desfecho desta temporada. A animação está muito bem conseguida e o elenco complementa de forma competente a ação frenética que culmina com a batalha épica entre King Kong e a criatura marinha.

À data de publicação deste artigo, ainda não existe confirmação da renovação da série. No entanto, posso adiantar que esta primeira temporada tem um desfecho, que deixa obviamente em aberto uma nova aventura com Annie e Charlie.

Caso estejam interessados, esta série encontra-se disponível em Portugal através da Netflix.

Tremors: Shrieker Island

O filme original, mais conhecido por Palpitações em território nacional, converteu-se num clássico, dando origem a uma série e a 7 filmes. Burt Gummer converteu-se no rosto da franquia, retratando um “prepper”, que acumulava mantimentos e armas para um potencial cenário de catástrofe.

À semelhança do que ocorre com a saga Resident Evil, este é sem dúvida outro dos meus guilty pleasures e Shrieker Island excedeu as minhas expectativas. A narrativa decorre na Dark Island, que é utilizada pelo milionário CEO da Avex-Bio Tech para caça de alto risco. Com a ajuda do Dr Richards, são realizadas alterações genéticas que convertem os Graboids em predadores letais e que rapidamente começam a semear o caos.

A Dra Jasmine Welker tem um centro de pesquisa próximo da ilha e identifica vibrações sísmicas invulgares, que são originados por um Graboid. Os seus alertas são ignorados por Bill, o CEO da Avex-Bio Tech, que pretende manter a caça durante o fim de semana, bloqueando todas as transmissões da ilha. A Dra Jasmine tem ligações a Burt Gummer e consegue convencê-lo a ajudar, naquela que será a derradeira batalha pela sobrevivência.

Ao longo do segundo acto, Burt vai encontrando formas criativas de derrotar Graboids embora o grande embate fique reservado para o final, com a Queen Graboid. Escusado será dizer que a caçada de Bill corre terrivelmente mal, sobrevivendo apenas Anna, que acaba por ajudar o nosso herói na criação da armadilha final, em Devil’s Punchbowl.

Sem divulgar pormenores, o acto final tem um um desfecho imprevisto, que lança dúvidas para uma possível continuidade de Tremors. Terá sido esta a derradeira aventura da lenda Burt Gummer?

Mediano
58%

The Secret of Monkey Island

George Lucas deixa um legado vasto em termos cinematográficos, com destaque para Star Wars e Indiana Jones mas há que enaltecer o seu contributo para a indústria dos videojogos, mais especificamente através da Lucasfilm Games.

Talvez seja injusto focar-me apenas neste título de 1990, mas o documentário que vos recomendo diz respeito à história de Monkey Island, uma aventura point and click, que nos transporta para as Caraíbas, numa época dominada por corsários e piratas.

Este documentário, da autoria do canal RetroAhoy, está extraordinariamente bem produzido e divulga de forma muito competente o trabalho de Tim Schafer e Dave Grossman, assim como algumas particularidades acerca do motor SCUMM, que fica eternamente ligado ao primeiro título do género, de nome Maniac Mansion.