Google Home Mini

Recentemente tive a oportunidade de abordar a temática da automatização e indiquei que iriam existir algumas alterações. Após ter ponderado os prós e contras dos dois colossos actuais do assistente pessoal, optei por adquirir o Home Mini. Com a preciosa ajuda de um contacto (és grande, Gildoman) em França, pude facilmente obter uma unidade, que estou a utilizar há algumas semanas.

Posso afirmar com confiança que estou agradavelmente surpreendido com a qualidade do produto, que me permite controlar o ecossistema Hue que tenho instalado por casa, assim como gerir parte da minha agenda diária. O produto não tem data de lançamento em território nacional, pelo que requer comandos por voz em inglês, algo que devem ter em conta caso pretendam importar. Em termos de sonoridade, existe uma excelente relação entre qualidade/preço, que nos permite utilizar serviços como o Google Music e Spotify, sem dificuldade.

Caso tenham um Chromecast, o vosso leque de opções abrir-se-á ainda mais, podendo controlar por voz os conteúdos que pretendem aceder na vossa TV, via Youtube ou Netflix. Tenho perfeita consciência que o Google Home Mini está ainda na fase embrionária, mas funciona como um complemento para a gestão do meu quotidiano diário.

Espero que este artigo tenha sido útil para vós e caso tenham alguma questão utilizem por favor a caixa de comentário abaixo.

This slideshow requires JavaScript.

SNES Classic Mini

Quase um ano após o lançamento da NES Classic Mini , a Nintendo disponibiliza o mesmo conceito, mas para a Super Nintendo, vulgarmente conhecida por SNES. Existem pequenos upgrades ao emulador, (peço desculpa, consola) nomeadamente um cabo mais longo, dois comandos e o preço de venda, que se situa nos 89.99 euros.

Pessoalmente, tenho ligações forte à NES e SNES, pelo que o factor nostalgia está presente, justificando em parte o investimento realizado. Mas passemos aos prós e contras do produto em si: com excepção de Chronotrigger e TMNT – Turtles in Time, diria que os melhores jogos estão inseridos neste pacote, com a grande novidade a ser StarFox 2, um título que nunca chegou a ver a luz do dia.

A consola é extremamente portátil, recriando fielmente a experiência vivida há mais de vinte anos atrás, permitindo revisitar memórias em glorioso HDMI. Mas apesar de todo este sentimento épico e de proporcionar horas de diversão contínua, a consola tem um preço exagerado, face à sua predecessora. Honestamente, não consigo justificar uma diferença de 40 euros para a Classic Mini, quando a board é exactamente a mesma e as roms utilizadas são da Nintendo, não existindo direitos de exclusividade a salvaguardar.

Deixo ao critério de cada um de vós a compra da SNES Mini, mas no global estou extremamente satisfeito com o produto, excepção feita ao ponto acima indicado. Fica apenas a ressalva de que StarFox 2 pode ser jogado após superarem o primeiro nível do Starfox original.

Para terminar, quero agradecer ao Odrakir a excelente lembrança do clássico Parodius, um jogo que se encontra ausente desta lista. Curiosamente, lembrei-me agora de Sunset Riders, Zombies Ate My Neighbors e Earthworm Jim, jogos que em breve poderão ser carregados via ROM na consola, à semelhança do que aconteceu com a NES Mini. E caso não saibam do que falo, sugiro uma breve pesquisa pelo Google.

This slideshow requires JavaScript.

NES Classic Mini

No Verão deste ano foi anunciado o lançamento da Nintendo Classic Mini, uma “consola” que homenageia a NES e imediatamente entrei em contagem decrescente para dia 11 de Novembro. Essencialmente estamos perante um emulador oficial da Nintendo, que permite a ligação via HDMI e que é alimentado por um cabo micro USB.

A escolha de jogos é simplesmente soberba, contemplando grande parte dos clássicos, com destaque para Mario, Contra, Zelda, Megaman e Ninja Gaiden. A emulação está francamente bem conseguida, com inexistência de lag e com um som 8bit de qualidade assinalável. O comando é igualmente uma réplica da NES, mas cumpre a função, apesar de já existirem alternativas sem fios no mercado.

O processo de compra foi relativamente fácil, o que acabou por ser inesperado. Realizei uma pré-reserva, que se revelou uma desilusão mas, inesperadamente, acabei por conseguir adquirir uma unidade, de forma bastante tranquila, numa superfície comercial de Lisboa.

Gosto francamente do look retro da caixa, que contém o habitual (consola, cabo HDMI, cabo micro USB, manual de instruções e 1 comando). Posso adiantar que é possível utilizar a TV como alimentação da Classic Mini, embora possam igualmente comprar o adaptador para utilizar numa tomada.

Em termos de opções, podem realizar saves premindo o botão de reset e escolher entre três modos de resolução (CRT, 4:3 e pixel perfect), tornando a experiência em algo simples e livre de esforço. E no fundo, essa é a grande virtude deste produto, que na minha opinião, não é para todos.

Se, como eu, cresceram na épica fase do 8bit e 16bit, este é sem dúvida uma compra que devem realizar. Para os restantes, o apelo da nova geração de consolas será certamente superior mas não descartem a Mini sem lhe dar uma oportunidade. O seu baixo valor (59.99), aliado à diversão que proporciona, vai certamente fazer mossa nas vendas de Natal.

Para terminar, apenas uma nota de rodapé: estes jogos são difíceis e gostam de vos humilhar. Lembrem-se que o rage quit foi inventado bem mais tarde 🙂