Jurassic World: Rebirth

O sétimo filme da franquia introduz dois nomes de peso, Scarlett Johansson e Mahershala Ali, dando sequência aos eventos da trilogia anterior.

O primeiro acto introduz a premissa, transportando-nos para um laboratório da InGen, em que estão a realizar-se experiências genéticas para criar uma espécie mutante. A criatura acaba por quebrar o confinamento e ficamos a saber que se trata de um Distortus Rex, que é essencialmente um Tiranossauro com uma cabeça protuberante e alguns membros extra.

A ação avança para 2025, sendo estabelecido que a maior parte dos dinossauros está a morrer. Os sobreviventes habitam uma zona específica, que tem um clima similar à Era Mesozoica e que se encontram restritas a humanos. Desta forma, Zora Bennett é contratada por Martin Krebs, um executivo da farmacêutica ParkerGenix, com o intuito de recolher amostras de três espécies de dinossauros, que serão alegadamente utilizados para curar doenças cardiovasculares.

Zora forma a sua equipa, dando início à missão, que os levará para a ilha de Saint-Hubert, onde vão encontrar o Mosassauro, Titanossauro e o Quetzalcoatlo. Pelo meio, irão resgatar uma família cujo veleiro foi afundado por dinossauros territoriais, dando início a uma sequência de eventos que os colocará numa situação particularmente dificil.

Rebirth tem várias carências, quer a nível narrativo como em termos de interpretação. Tudo é bastante previsível e o antagonista principal (Distortus Rex) tem uma curta aparição, sem nunca alcançar a aura de um T-Rex, Indominus Rex ou mesmo os Velociraptor.

As personagens são bastante genéricas, tornando-se complexo gerar empatia, o que converte este filme, na minha opinião, num dos mais fracos da franquia. Os efeitos especiais são competentes, mas a nível de escala, Rebirth é um downgrade evidente face à trilogia anterior.

No entanto, e face aos 870 milhões de receita de bilheteira, os rumores vão no sentido de existir uma sequela, igualmente realizada por Gareth Edwards, que contará com o regresso de Zora Bennett, Duncan Kincaid e o Dr. Henry Loomis.

Mediano
65%

XM Studios Catwoman Rebirth 1/6

Ao longo dos últimos cinco anos, a coleção sofreu uma mudança de rumo assinalável, focando-se na qualidade em detrimento da quantidade. A reestruturação focou-se igualmente na escala, que passou predominantemente para 1/6, o que colocou alguns desafios na missão de encontrar a Catwoman ideal.

Após alguns meses de pesquisa, optei pela XM Studios, que tem uma versão inspirada no arco narrativo Rebirth, da DC e que tem o aspecto final que procurava. Realizei a pré-reserva em novembro de 2020 e quase dois anos mais tarde, recebi a minha encomenda. A qualidade do produto final esta garantida, com uma pintura imaculada, aliada a uma fisionomia realista e uma das melhores bases que já vi, nesta escala.

Uma vez mais, estamos perante um colecionável de nível elevado, pelo que recomendo responsabilidade na gestão do vosso orçamento. Esta estátua está limitada a 549 unidades e, que tenha conhecimento, só existem 2 unidades em território nacional. Finalizo este artigo com a habitual partilha de algumas fotos, que demonstram a experiência de unboxing e a qualidade da pintura.

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