The Gray Man

A obra literária de Mark Greaney foi adaptada ao cinema, com a colaboração dos irmãos Russo. O elenco é de peso, com destaque para Ryan Gosling, Chris Evans, Ana de Armas, Jessica Henwick, Regé-Jean Page, Wagner Moura, Julia Butters e  Billy Bob Thornton.

A premissa narrativa está longe de ser inovadora, mas introduz uma equipa secreta da CIA, denominada como Programa Sierra. O perfil dos agentes contratados é assente em  ex-condenados, com poucas raízes familiares e susceptíveis ao treino militar implementado.

Após uma breve introdução, temos um salto cronológico de 18 anos, que introduz uma missão em Banguecoque, que não corre de acordo com o planeado. O alvo é um agente (Sierra Four) que antes de ser assassinado, entrega a Ryan Gosling (Sierra Six) uma pen drive que contém segredos acerca do responsável do programa.

A partir deste momento tem início uma verdadeira caça ao homem, que é liderada por Margaret Cahill, da CIA e Lloyd Hansen, um mercenário com claras tendências sociopatas. A ação ocorre a ritmo frenético, complementado com explosões, colisões de veículos e batalhas nos locais mais improváveis.

Adicionalmente, temos a componente emocional, que forcará “Six” a arriscar tudo, na tentativa de resgatar o seu mentor Fitzroy e a sua filha, Claire. Tenho de destacar as interpretações de Chris Evans, Ana de Armas e Dhanush, que são as personagens mais cativantes, na minha opinião.

A narrativa é francamente previsível mas, no global, The Gray Man foi uma agradável surpresa, recebendo o meu selo de recomendação. Para terminar, apenas salientar que a popularidade deste projeto no Netflix garantiu uma sequela e um spin-off, cujas datas ainda estão por definir.

Bom
75%

Sierra is back!

A Activision anunciou que vai ressuscitar a Sierra, um dos grandes ícones dos jogos no início dos anos 80 e 90 e que nos trouxe pérolas como Kings Quest, Leisure Suit Larry e Ultima, entre muitos outros. Apesar de terem criado títulos de qualidade nos últimos anos o mais importante para mim são os primórdios da empresa, em que lançaram verdadeiras pérolas. Por esse motivo só posso estar entusiasmado com a confirmação de uma nova aventura de Kings Quest. Espero sinceramente que seja um grande sucesso e que possa trazer de volta os tempos de Glória da Sierra.

Os leitores mais frequentes deste espaço sabem que sou um fã de jogos, sobretudo indie e retro, o que justifica o meu entusiasmo. Para ser justo a Sierra não estava totalmente parada e arriscou com o Geometry Wars, que foi um verdadeiro sucesso, o que fica provado com a confirmação do terceiro título da saga ainda no decorrer deste ano.

Mas para quem começou a jogar tão cedo como eu, nomes como Sierra, Konami e Sega são sinónimos de memórias de infância e aquece-me sempre o coração (sim, eu tenho um) quando sou confrontado com estas notícias. Agora peço-vos que não me desiludam Sierra… conto com um grande jogo em 2015.

E voçês? Conhecem a Sierra? São fãs de Kings Quest? Estão entusiasmado com esta notícia? Digam de vossa justiça na caixa de comentários.