Os Amigos do Sofá Ep.1

Os leitores mais assíduos deste espaço conhecem a minha paixão pelo retrogaming, focado sobretudo na era 8 e 16 bit. O que podem desconhecer é que tenho vindo a participar ocasionalmente, num projeto nacional, de nome “Os Amigos do Sofá“.

O âmbito tem sido essencialmente a partilha de jogos que marcaram a minha adolescência mas tomei a decisão de partilhar esses vídeo no blog e divulgar um canal que considero relevante e em clara ascensão na comunidade gaming nacional.

Sem mais demoras, segue o primeiro vídeo, que como não podia de ser, tem como o foco o incontornável Rick Dangerous.

WandaVision

A primeira série da Marvel disponibilizada na Disney + foca-se em Wanda Maximoff e Vision e lança algumas premissas interessantes para o segundo filme de Dr Stange, intitulado Multiverse of Madness. Como habitualmente, vou evitar ao máximo os spoilers, mas fica desde já o alerta, sobretudo para quem ainda não viu ou está a colocar em dia esta série.

Os primeiros dois episódios são bastante lentos, no que diz respeito à narrativa, colocando mais questões do que respostas sobre os eventos que ocorrem na pacata cidade de Westview.

Essencialmente, Wanda está a recriar episódios de TV da sua infância, integrando Vision e uma série de habitantes da cidade no seu quotidiano diário. Progressivamente, vamos tomando conhecimento do envolvimento da SWORD e da relevância de personagens como Monica Rambeau, Agent Woo, Darcy Lewis e Tyler Hayward.

Gostei particularmente dos flashbacks associado ao Blip (quando Thanos estala os dedos e elimina metade da população), assim como de Salem, que explicam a origem de Agatha Harkness. Confesso que um dos pontos mais interessantes de WandaVision foi tentar encontrar os easter-eggs e as várias referência a House of M, que é uma clara inspiração dos argumentistas.

Ao longo dos episódios, criei inclusivamente, uma panóplia de teorias, que envolviam Mephisto, Ultron e Nightmare mas o caminho seguido acabou por ser completamente distinto, embora igualmente fantástico.

A adição de Billy and Tommy, conhecidos na BD como Wiccan e Speed trouxe uma dinâmica familiar ainda mais intensa, sobretudo pela forma como nascem (literalmente) em menos de 24 horas. Há um mistério constante que envolve a narrativa, com eventos constantes que aumentam a carga emocional, que atinge o seu auge com o aparecimento de Quicksilver, o irmão de Wanda que perde a vida em Age of Ultron.

O nível de produção de WandaVision é fabuloso, elevando a fasquia para Falcon and The Winter Soldier, que estreia no dia 19 março.  Os derradeiros episódios são francamente bons, fechando este arco narrativo e explicando a maioria das pontas soltas que existiam.

Paralelamente, é introduzido o Darkhold, o Livro dos Pecados, algo que irá inegavelmente ter um papel fundamental na próxima fase da MCU e criar os alicerces narrativos necessários para os eventos que iremos acompanhar.

WandaVision é, na minha opinião, a história que narra a origem de Scarlett Witch, explicando os eventos que a definem enquanto ser humano e que moldarão as suas ações futuras, no sentido de lidar com a perda e consequente dor. Altamente recomendado para fãs e entusiastas da Marvel e MCU.

Cololight Pro

Ao longo dos anos, o meu setup sofreu alterações significativas mas diria que alcancei o equilíbrio desejado em 2018. A partir dessa altura, ocorreram ligeiras mudanças em termos de disposição, com a adição do Optimus Prime, para complementar o espaço.

Sou um entusiasta de luz ambiente e sempre que possível gosto de criar pequenos destaques RGB, o que me levou a investir no Cololight Pro. Este kit inclui 7 hexágonos, que se conectam através de um unidade de alimentação, possibilitando inúmeras configurações em termos de efeitos, padrões e temperatura de cor.

Paralelamente, tenho o bónus acrescido de poder integrar com o Apple Homekit, que é o meu ecossistema de eleição no QG do Portal Pessoal. Convém mencionar que estamos perante uma solução mais económica, sobretudo se compararmos com a Nanoleaf, que é claramente a líder de mercado.

A qualidade de construção é satisfatória, necessitando somente de uma ligação USB (sim, leram bem) para funcionar sem restrições. A personalização é outro factor importante, com a possibilidade de adicionar hexágonos,  até um valor máximo de 125 unidades. Estou bastante satisfeito com este produto, que confere um look futurista ao meu espaço de trabalho e funciona, em certos momentos, como uma forma de descontração do quotidiano de teletrabalho, que muitos de nós atravessamos.

Por último, apenas uma nota de rodapé para a app, que é robusta e disponibiliza inúmeras opções de personalização. Se estão no mercado em busca de algo semelhante, recomendo sem hesitação que insistam no Cololight Pro.

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