Código Da Vinci

Em primeiro lugar convém referir que não li o romance de Dan Brown pelo que fui ás escuras (belo trocadilho) para a sala de cinema.

Ouvi de muitos dos meus amigos “entendidos” na matéria que a escolha dos actores foi má e de que o filme seria muito fraco. Obviamente que a magia do livro é que nos catapulta para um mundo próprio, em que criamos a nossa realidade e idealizamos as personagens.

Com o meu habitual cepticismo fui ver este blockbuster e não desgostei. Não é uma obra prima, aliás sem querer colocar spoilers rapidamente chegam à conclusão de quem é o mau da fita.

A história é polémica e aborda a eterna busca da verdade acerca da Igreja Católica e os seus mais profundos segredos. Robert Langdon (Tom Hanks) tem de procurar o Santo Graal, seguindo as pistas deixadas pela obra de Leonardo Da Vinci, contando para tal demanda com a ajuda de Sophie.

Jean Reno, Alfred Molina e Ian Mckellen, entre outros, dão o contributo ao filme que é no seu geral cativante. Não tenho a perspectiva do livro o que provavelmente me ajudou na “aceitação” da história.

Rescaldo da Superliga Betandwin

Depois de duas temporadas com vitórias na Taça e Campeonato respectivamente as expectativas eram muito altas no que diz respeito ao meu SLB. O plantel foi reforçado e as contratações de Dezembro foram “teoricamente” bem pensadas.

No final da Liga alcançámos um terceiro posto, fomos eliminados nos quartos de final da Taça de Portugal e Champions League e conquistámos a Supertaça. Na minha opinião não foi de facto uma época positiva.

Ronald Koeman foi o escolhido para conduzir os destinos do plantel: inicialmente fiquei contente dado que não morria de amores por Trapattoni mas em relativamente pouco tempo percebi que não teria capacidade de gerir o balneário. Tacticamente, nunca “percebeu” o futebol português tendo perdido o campeonato devido à falta de consistência apresentada.

É verdade que fez uma excelente campanha europeia mas não chega. Obviamente que as contratações de Dezembro não foram uma mais valia o que agudizou a péssima segunda volta realizada.

Mas há que ter fairplay e dar os parabéns ao FCP que foi um justo vencedor e esperar que seja retomado o caminho da vitória na próxima edição da Superliga. E agora venha o Mundial !!

MI3

Chamem-me antiquado mas no que diz respeito à Missão Impossível sou fã das séries dos anos 60 e 80. Não tenho nada contra o Tom Cruise mas está longe de ser um actor que aprecie. No entanto, acabei por aceder ao pedido dos meus pais e acompanhei-os nessa saga. Afinal de contas faz alguns anos que não tinham a oportunidade de ir a uma sala de cinema e, ao contrário de mim são verdadeiros Missionaholics. MI3 é para mim a melhor das três aventuras, sendo igualmente aquele que menos efeitos especiais apresenta.

Philip Seymour Hoffman e Laurence Fishburne dão o toque de classe que falta em termos de interpretação, o que mesclado com algumas cenas de acção origina um filme bastante razoável. Gostei do pormenor da (inconfundível) música do genérico ser praticamente a original.